Novo laudo nega aposentadoria a Genoino

Médicos da Câmara concluíram, pela segunda vez, que o ex-deputado José Genoino, que tem pressão alta, possui limitações à sua saúde, mas elas não são suficientemente graves para justificar uma aposentadoria especial; após a conclusão da perícia, representantes do ex-deputado pediram à Câmara que aguardasse um novo exame da pressão arterial de Genoino; com isso, o laudo vai voltar à junta médica para uma nova análise; dependendo do resultado do novo exame, a junta poderá ou não mudar as conclusões mais recentes

BRASÍLIA, DF - 03.01.2013: POSSE/CÂMARA/GENOINO/DF - José Genoino, condenado no processo do mensalão, durante cerimônia de sua posse como deputado federal, na Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira. Ele ficará no Congresso até o STF (Supremo Tribunal Fe
BRASÍLIA, DF - 03.01.2013: POSSE/CÂMARA/GENOINO/DF - José Genoino, condenado no processo do mensalão, durante cerimônia de sua posse como deputado federal, na Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira. Ele ficará no Congresso até o STF (Supremo Tribunal Fe (Foto: Valter Lima)


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247 - Médicos da Câmara concluíram novo parecer sobre o estado de saúde do ex-deputado José Genoino. Pela segunda vez, a junta médica afirma que o petista, que tem pressão alta, possui limitações à sua saúde, mas elas não são suficientemente graves para justificar uma aposentadoria especial. O laudo foi entregue à direção da Casa Legislativa na última sexta-feira (14).

Após a conclusão da perícia, representantes do ex-deputado pediram à Câmara que aguardasse um novo exame da pressão arterial de Genoino. Com isso, o laudo vai voltar à junta médica para uma nova análise. Dependendo do resultado do novo exame, a junta poderá ou não mudar as conclusões fechadas na semana passada.

Em novembro, quando o primeiro diagnóstico da junta médica da Câmara foi feito, o resultado foi o mesmo. O parecer disse que Genoino não era paciente de "cardiopatia grave", argumento usado pela sua defesa no requerimento apresentado em setembro. 

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O petista está preso domiciliarmente desde 25 de novembro de 2013. Antes, passou uma semana no Centro de Internamento e Reeducação (CIR) e dois dias na Penitenciária do Distrito Federal 1 (PDF 1). O ex-deputado foi condenado pelo STF a seis anos e 11 meses de prisão por corrupção ativa e formação de quadrilha. No entanto, por ter apresentado um embargo infringente, cumpre inicialmente quatro anos e oito meses.

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