No DF, 25% das UTIs da rede pública estão desativadas

Quase 25% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública estão inativos, de acordo com dados do Portal de Transparência do Distrito Federal; das 353 unidades disponibilizadas, 82 não estão funcionamento; segundo a Secretaria de Saúde, os motivos são a falta de profissionais e  manutenção dos quartos; a pasta não soube informar quantas pessoas estão na fila de espera por UTI no DF

Quase 25% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública estão inativos, de acordo com dados do Portal de Transparência do Distrito Federal; das 353 unidades disponibilizadas, 82 não estão funcionamento; segundo a Secretaria de Saúde, os motivos são a falta de profissionais e  manutenção dos quartos; a pasta não soube informar quantas pessoas estão na fila de espera por UTI no DF
Quase 25% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública estão inativos, de acordo com dados do Portal de Transparência do Distrito Federal; das 353 unidades disponibilizadas, 82 não estão funcionamento; segundo a Secretaria de Saúde, os motivos são a falta de profissionais e  manutenção dos quartos; a pasta não soube informar quantas pessoas estão na fila de espera por UTI no DF (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Quase 25% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública estão inativos, de acordo com dados do Portal de Transparência do Distrito Federal. Das 353 unidades disponibilizadas, 82 não estão funcionamento. Segundo a Secretaria de Saúde, os motivos são a falta de profissionais e  manutenção dos quartos. A pasta não soube informar quantas pessoas estão na fila de espera por UTI no DF.

O custo diário médio estimado de um leito da UTI é de R$ 3.972,87. De acordo com a pasta, 72 estão inativos por falta de pessoal, e outros 13 estão em manutenção. Em nota ao G1, a secretaria esclareceu que está trabalhando para solucionar o déficit de profissionais em todas as áreas da Saúde.

"Avaliamos como prioridade a reabertura de leitos de UTI. Neste mês, 696 técnicos em enfermagem e 93 enfermeiros foram nomeados para repor o quadro de RH possibilitando a reabertura [das UTIs]. Também foram nomeados 591 médicos", informou a pasta.

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Em 2015, a pasta nomeou 1.242 profissionais concursados. Desse total, 722 tomaram posse, 174 não se apresentaram e 137 pediram reposicionamento na fila. As áreas com maior dificuldade de contratação foram pediatria, anestesiologia e medicina intensiva (UTI adulto).

Atualmente, a secretaria conta com 32.915 profissionais, incluindo 4.923 médicos. A pasta afirmou ter um déficit de 215 médicos, mas não informou a carência em outras áreas relacionadas.

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