Mulheres se acorrentam em protesto contra o golpe

Mulheres se acorrentaram às grades de contenção instaladas no Palácio do Planalto em protesto contra o afastamento da presidente Dilma; elas seguravam faixas e cartazes com a mensagem “resistência contra o golpe”; o grupo disse não ter previsão para deixar o local; o grupo gritava “caraca, a mulherada chegou forte. Está mobilizada, para barrar o golpe”; "Vamos ficar aqui até nos tirarem daqui. Vai ser difícil nos tirar", afirmou uma manifestante que não quis se identificar; as manifestantes também cantavam "mulheres na rua, a luta continua"

Mulheres se acorrentaram às grades de contenção instaladas no Palácio do Planalto em protesto contra o afastamento da presidente Dilma; elas seguravam faixas e cartazes com a mensagem “resistência contra o golpe”; o grupo disse não ter previsão para deixar o local; o grupo gritava “caraca, a mulherada chegou forte. Está mobilizada, para barrar o golpe”; "Vamos ficar aqui até nos tirarem daqui. Vai ser difícil nos tirar", afirmou uma manifestante que não quis se identificar; as manifestantes também cantavam "mulheres na rua, a luta continua"
Mulheres se acorrentaram às grades de contenção instaladas no Palácio do Planalto em protesto contra o afastamento da presidente Dilma; elas seguravam faixas e cartazes com a mensagem “resistência contra o golpe”; o grupo disse não ter previsão para deixar o local; o grupo gritava “caraca, a mulherada chegou forte. Está mobilizada, para barrar o golpe”; "Vamos ficar aqui até nos tirarem daqui. Vai ser difícil nos tirar", afirmou uma manifestante que não quis se identificar; as manifestantes também cantavam "mulheres na rua, a luta continua" (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Mulheres se acorrentaram às grades de contenção instaladas no Palácio do Planalto no início da tarde desta quinta-feira (12) em protesto contra o afastamento da presidente Dilma Rousseff. Elas seguravam faixas e cartazes com a mensagem “resistência contra o golpe”. O grupo disse não ter previsão para deixar o local.

Desde o general Ernesto Geisel (1974-1979), um governo não era formado sem uma única mulher na equipe como será o de Michel Temer (PMDB), caso sejam confirmados os nomes que vêm sendo divulgados pela imprensa nos últimos dias. Conforme aponta reportagem da Folha de S. Paulo nesta quinta-feira 12, a ex-ministra do STF Ellen Gracie foi a única que Temer convidou para assumir uma área, a CGU (Controladoria Geral da União), mas ela recusou o convite.

O grupo gritava “caraca, a mulherada chegou forte. Está mobilizada, para barrar o golpe”. "Vamos ficar aqui até nos tirarem daqui. Vai ser difícil nos tirar", afirmou uma manifestante que não quis se identificar. As manifestantes também cantavam "mulheres na rua, a luta continua". 

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A militante Juliana de Sousa criticou o processo de impeachment. "Não ter mulher no governo é mais um motivo para nós estarmos aqui. Eles não estão comprometidos com os direitos das mulheres. Nós vamos resistir porque não é um golpe contra presidente dilma, é um golpe contra todas as mulheres e a democracia", disse ela, conforme relato do G1. Juliana também afirmou que, no governo de Dilma, houve a construção de uma "política de enfrentamento" a violências contra mulheres.

A deputada Moema Gramacho (PT-BA) manifestou apoio às mulheres. "Nós vamos lutar nas ruas e no parlamento. Nós vamos tentar convencer deputados e senadores que não estão envolvidos na Lava Jato, porque os que estão na Lava Jato fizeram um pacto com [o presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo] Cunha, e ele prometeu o céu para eles, prometeu livrá-los da Lava Jato"

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