Mudança no TSE deve favorecer Dilma

O núcleo político do Planalto está animado com a possibilidade de troca na relatoria da ação de investigação da presidente Dilma Rousseff no Tribunal Superior Eleitoral TSE, antes do julgamento do caso. O mandato do atual corregedor ­geral da Justiça Eleitoral, João Otávio de Noronha, se encerra no fim de setembro; a mudança é bem vista pelo governo, já que a próxima a ocupar o cargo é a ministra Maria Thereza de Assis Moura, que já pediu arquivamento de outra ação de investigação eleitoral que corre na corte eleitoral contra a presidente

O núcleo político do Planalto está animado com a possibilidade de troca na relatoria da ação de investigação da presidente Dilma Rousseff no Tribunal Superior Eleitoral TSE, antes do julgamento do caso. O mandato do atual corregedor ­geral da Justiça Eleitoral, João Otávio de Noronha, se encerra no fim de setembro; a mudança é bem vista pelo governo, já que a próxima a ocupar o cargo é a ministra Maria Thereza de Assis Moura, que já pediu arquivamento de outra ação de investigação eleitoral que corre na corte eleitoral contra a presidente
O núcleo político do Planalto está animado com a possibilidade de troca na relatoria da ação de investigação da presidente Dilma Rousseff no Tribunal Superior Eleitoral TSE, antes do julgamento do caso. O mandato do atual corregedor ­geral da Justiça Eleitoral, João Otávio de Noronha, se encerra no fim de setembro; a mudança é bem vista pelo governo, já que a próxima a ocupar o cargo é a ministra Maria Thereza de Assis Moura, que já pediu arquivamento de outra ação de investigação eleitoral que corre na corte eleitoral contra a presidente (Foto: Romulo Faro)


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247 - O núcleo político do Planalto está animado com a possibilidade de troca na relatoria da ação de investigação da presidente Dilma Rousseff no Tribunal Superior Eleitoral TSE, antes do julgamento do caso. O mandato do atual corregedor ­geral da Justiça Eleitoral, João Otávio de Noronha, se encerra no fim de setembro. A mudança é bem vista pelo governo, já que a próxima a ocupar o cargo é a ministra Maria Thereza de Assis Moura, que já pediu arquivamento de outra ação de investigação eleitoral que corre na corte eleitoral contra a presidente.

A saída de Noronha altera também a composição do plenário. O ministro foi indicado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelo ex-presidente
Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e é visto como um jurista mais crítico ao governo atual. A cadeira de Noronha no plenário será ocupada pelo ministro Herman Benjamin, indicado na gestão do ex-­presidente Lula, conforme publicação do jornal O Estado de São Paulo.

Noronha quer levar o caso ao plenário nos próximos dois meses, mas um no depoimento do presidente da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, deve atrasar a investigação. O PSDB solicitou que a Justiça Eleitoral colha o depoimento do empreiteiro e o pedido foi autorizado pelo ministro João Otávio de Noronha. Pessoa, se manteve em silêncio na data agendada para a oitiva por causa de restrições impostas no acordo de delação premiada que firmou com o Ministério Público Federal.

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Deputados e senadores do PSDB pretendem solicitar ao ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, uma autorização para que Pessoa diga ao TSE o que sabe sobre a campanha de 2014 de Dilma mesmo antes de ser retirado o sigilo da delação.

A ideia é evitar que o caso seja julgado sem o depoimento de Pessoa. Integrantes do PSDB apostam que o empreiteiro pode comprovar suposto abuso de poder político e econômico na campanha eleitoral do PT, razão pela qual a presidente é alvo da investigação eleitoral.

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