MP denuncia 13 por fraude em contratação da Cruz Vermelha

O Ministério Público denunciou 13 pessoas à Justiça suspeitas de articularem a contratação da Organização Social (OS) Cruz Vermelha de Petrópolis pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal; o grupo é acusado de dispensa de licitação, lavagem de dinheiro e peculato; pela legislação, os crimes preveem até 27 anos de prisão; um dos suspeitos também é acusado de falsificação de documento público

O Ministério Público denunciou 13 pessoas à Justiça suspeitas de articularem a contratação da Organização Social (OS) Cruz Vermelha de Petrópolis pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal; o grupo é acusado de dispensa de licitação, lavagem de dinheiro e peculato; pela legislação, os crimes preveem até 27 anos de prisão; um dos suspeitos também é acusado de falsificação de documento público
O Ministério Público denunciou 13 pessoas à Justiça suspeitas de articularem a contratação da Organização Social (OS) Cruz Vermelha de Petrópolis pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal; o grupo é acusado de dispensa de licitação, lavagem de dinheiro e peculato; pela legislação, os crimes preveem até 27 anos de prisão; um dos suspeitos também é acusado de falsificação de documento público (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O Ministério Público denunciou 13 pessoas à Justiça suspeitas de articularem a contratação da Organização Social (OS) Cruz Vermelha de Petrópolis pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal. O grupo – incluindo ex-gestores da secretaria, ex-membros do Conselho de Saúde, e a cúpula da organização social – é acusado de dispensa de licitação, lavagem de dinheiro e peculato. Pela legislação, os crimes preveem até 27 anos de prisão. Um dos suspeitos também é acusado de falsificação de documento público. Se a 1ª Vara Criminal aceitar a denúncia, o grupo passa a ser considerado réu.

A denúncia em como objetivo punir os responsáveis pelo desvio dos R$ 3,46 milhões repassados à Cruz Vermelha de Petrópolis, quando a organização foi contratada em 2010 com o objetivo de administrar as unidades de Pronto-Atendimento (UPA) do Recanto das Emas e de São Sebastião.

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Dois meses depois, o acordo foi suspenso e, segundo o MP, a Cruz Vermelho não prestou serviço algum. Corrigidos, os valores ultrapassam R$ 9,7 milhões.

 

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