Ministros podem impedir reeleição de Cedraz no TCU

Substituição de Aroldo Cedraz foi discutida em almoço no domingo entre ministros; a avaliação é que o tribunal é um órgão que também investiga as irregularidades da Lava Jato e sua permanência no comando constrange a Casa; ele é alvo de uma sindicância interna que investiga suspeita de tráfico de influência envolvendo seu filho, o advogado Tiago Cedraz, acusado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, de receber R$ 1 milhão para atuar em seu favor no TCU; votação ocorre nesta quarta-feira

Substituição de Aroldo Cedraz foi discutida em almoço no domingo entre ministros; a avaliação é que o tribunal é um órgão que também investiga as irregularidades da Lava Jato e sua permanência no comando constrange a Casa; ele é alvo de uma sindicância interna que investiga suspeita de tráfico de influência envolvendo seu filho, o advogado Tiago Cedraz, acusado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, de receber R$ 1 milhão para atuar em seu favor no TCU; votação ocorre nesta quarta-feira
Substituição de Aroldo Cedraz foi discutida em almoço no domingo entre ministros; a avaliação é que o tribunal é um órgão que também investiga as irregularidades da Lava Jato e sua permanência no comando constrange a Casa; ele é alvo de uma sindicância interna que investiga suspeita de tráfico de influência envolvendo seu filho, o advogado Tiago Cedraz, acusado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, de receber R$ 1 milhão para atuar em seu favor no TCU; votação ocorre nesta quarta-feira (Foto: Roberta Namour)


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247 - Ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) avaliam a possibilidade de impedir a reeleição do presidente da corte, Aroldo Cedraz, em sessão marcada para esta quarta-feira, 2. Uma campanha nas redes sociais iniciada pelo Ministério Público de Contas e os auditores do órgão pressiona para evitar que ele seja reconduzido.

Cedraz é alvo de uma sindicância interna que investiga suspeita de tráfico de influência envolvendo seu filho, o advogado Tiago Cedraz, acusado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, de receber R$ 1 milhão para atuar em seu favor no órgão. Ele disse também que pagava R$ 50 mil por mês a Tiago para obter informações privilegiadas do tribunal.

“A acusação (de Pessoa) é gravíssima e põe em xeque o maior patrimônio que uma instituição como o TCU pode ter: sua credibilidade”, postou nas redes o procurador Júlio Marcelo de Oliveira, do Ministério Público de Contas.

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Segundo reportagem de Fabio Fabrini e João Villaverde, a substituição de Cedraz foi discutida em almoço no domingo entre ministros. A avaliação é que o tribunal é um órgão que também investiga as irregularidades da Lava Jato e a permanência de Cedraz no seu comando constrange a Casa. Na ocasião, cogitou-se o nome de substitutos, como Bruno Dantas e José Múcio.

Outra possibilidade seria impedir que o presidente defina sozinho os chefes das áreas de fiscalização do TCU, submetendo as autorizações ao plenário (leia mais).

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