Ministério libera R$ 5,6 mi para HU de Brasília
O Ministério da Saúde liberou nesta semana R$ 5,6 milhões para os atendimentos realizados pelo SUS no Hospital Universitário de Brasília; os recursos já estão disponíveis e podem ser utilizados para qualificação da assistência e aumento do acesso da população aos serviços oferecidos; o recurso federal foi liberado por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF); desenvolvido desde 2010 em parceria com o Ministério da Educação e com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), o REHUF já possibilitou investimento de aproximadamente R$ 3,5 bilhões nos hospitais universitários, somente por parte do ministério
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Brasília 247 - O Ministério da Saúde liberou nesta semana R$ 5,6 milhões para os atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Universitário de Brasília. Os recursos já estão disponíveis e podem ser utilizados para qualificação da assistência e aumento do acesso da população aos serviços oferecidos.
O recurso federal foi liberado por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF). Desenvolvido desde 2010 em parceria com o Ministério da Educação e com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), o REHUF já possibilitou investimento de aproximadamente R$ 3,5 bilhões nos hospitais universitários, somente por parte do Ministério da Saúde. Com isso, as universidades mantenedoras desses estabelecimentos ganham maior capacidade orçamentária para estimular a oferta de ensino, pesquisa e atendimento de qualidade. Neste ano, incluindo os recursos liberados nesta semana, já foram repassados R$ 305 milhões de REHUF aos hospitais universitários federais.
Aprovados em lei orçamentária, os valores são pagos pelo Ministério da Saúde, em parcela única, para as instituições universitárias que comprovaram o cumprimento das metas de qualidade relacionadas a porte e perfil de atendimento, capacidade de gestão, desenvolvimento de pesquisa e ensino e integração à rede do SUS. O crédito para a universidade foi garantido pela portaria 1.506/16, que consta no Diário Oficial da União. O pagamento é efetuado pelo Fundo Nacional de Saúde conforme a comprovação dos gastos.
De acordo com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, o montante vai permitir à população maior acesso aos serviços oferecidos pelas unidades, além da estruturação das atividades. “Hospitais universitários são locais de ensino e também realizam procedimentos hospitalares e ambulatoriais, ou seja, os recursos beneficiarão estudantes de saúde e fortalecerão o atendimento das populações locais”, destacou.
Em 2015, foram realizados mais de 23 milhões de atendimentos ambulatoriais e internações pelos hospitais universitários do país, resultando em um investimento de R$ 828,3 milhões do Ministério da Saúde para o custeio desses serviços.
Protesto
Alunos de medicina da Universidade de Brasília protestaram, nesta sexta-feira (26), em frente ao Palácio do Buriti para reivindicar assinatura de um contrato entre a Secretaria de Saúde e o HUB, para que os estudantes continuem atendendo no Hospital do Paranoá e em UPAs da região leste do Distrito Federal. Durante o ato foram bloqueadas três faixas do Eixo Monumental. Os alunos aderiram a uma greve, nessa quinta-feira (25), com participação de mais de 300 estudantes, o que representa 70% dos alunos.
De acordo com os manifestantes, a experiência em regiões de atenção primária e secundária – que engloba casos menos complexos – faz parte da formação generalista que o curso propõe. "Nosso hospital é de atenção terça diária e quarternária que atende casos mais complexos e específicos. Temos que ter contato com a nossa realidade", disse o coordenador geral do Centro Academico de Medicina (Camed), Manoel Silva. O relato foi publicado no G1.
Segundo ele, “o último contrato que venceu em 2015 era de R$ 2,5 milhões por mês, sendo que o custo do HUB por mês é de R$ 7 milhões", explicou o aluno do sexto período do curso de medicina e integrante do CA, Jheimyson Parnabé. O contrato que está atrasado prevê recursos de R$ 5 milhões mensais.
A região leste abrange unidade de saúde em São Sebastião, Itapoã, Paranoá, e Jardim Botânico.
*Com Agência Saúde
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