Ministério da Educação extingue diretoria de escolas cívico-militares
No modelo educacional defendido pelo governo Jair Bolsonaro, existe mais influência de bombeiros, militares da reserva e PMs na gestão das escolas

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247 - O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) extinguiu uma diretoria criada pelo governo Jair Bolsonaro (PL) no Ministério da Educação (MEC) para estimular a construção de escolas cívico-militares em 2023. O MEC, atualmente comandado por Camilo Santana, não informou se manterá as unidades criadas e que receberam ou esperam por dinheiro.A informação foi publicada nesta sexta-feira (6) pelo jornal Folha de S.Paulo.
O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militar foi lançado em setembro de 2019, primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro (PL). Neste modelo, as secretarias de Educação continuam responsáveis pelo currículo escolar, o que não ocorre nas escolas puramente militares, totalmente sob responsabilidade do Exército.
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De acordo com o modelo Cívico-Militar, os estudantes precisam usar fardas, e militares da reserva, bombeiros e policiais militares trabalham na administração da escola. Os alunos também devem seguir regras definidas por militares.
O MEC tem o cadastro de 215 escolas cívico-militares até o ano passado, já implementadas ou em fase de implementação Haveria ainda mais de 300 municípios que demonstraram interesse pelo modelo. O plano inicial era de um fomento de R$ 1 milhão por escola.
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A gestão do ministro Camilo Santana afirmou que, nas unidades criadas, existe um "processo de reestruturação, montagem de equipe e avaliação de programas e ações".
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