Metroviários decidem voltar ao trabalho no DF
Os serviços da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) funcionam normalmente nesta sexta-feira (13), após os metroviários decidirem na noite de quinta-feira que voltariam ao trabalho; os 24 trens da empresa circulam desde as 6h30 e as 24 estações estão abertas para embarque e desembarque; o serviço voltou a funcionar no horário habitual: de segunda a sábado, das 6 horas às 23h30, e no domingo, das 7 às 19 horas; durante a greve, operou apenas nos horários de pico
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Paloma Suertegaray, da Agência Brasília - Os serviços da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) funcionam normalmente nesta sexta-feira (13), após os metroviários decidirem na noite de quinta-feira que voltariam ao trabalho. Os 24 trens da empresa circulam desde as 6h30 e as 24 estações estão abertas para embarque e desembarque.
O serviço voltou a funcionar no horário habitual: de segunda a sábado, das 6 horas às 23h30, e no domingo, das 7 às 19 horas. Durante a greve, operou apenas nos horários de pico.
As faixas exclusivas para ônibus do Setor Policial Sul, da W3 Norte e Sul e da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), liberadas pelos Departamentos de Estradas de Rodagem (DER) e de Trânsito (Detran-DF) durante a greve dos metroviários, continuam abertas para o tráfego de outros veículos até a meia-noite de hoje. Como já ficam liberadas no fim de semana, as faixas da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) voltam a ser restritas na segunda-feira (16).
Durante a manhã, o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) mantém o reforço de 48 ônibus. Com a volta dos serviços do Metrô-DF, no entanto, os coletivos extras deixarão de circular nesta tarde.
Negociações
Os metroviários decidiram aceitar a proposta da empresa e encerrar a greve na noite de ontem (12), no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). O acordo prevê a convocação de servidores aprovados em concurso público nos próximos dois anos, além da redução de comissionados e de terceirizados.
As nomeações só devem ocorrer, no entanto, quando o governo voltar a cumprir os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Pelo mesmo motivo, a correção salarial pelo Índice nacional de Preços ao Consumidor (INPC), reivindicada pelos metroviários, não se dará neste momento.
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