Mercadante: Corte de ministérios não resolve problema fiscal

Como forma de pressionar a presidente para que realize uma reforma ministerial, o PMDB sugeriu um projeto que diminua o número de ministérios para 20; proposição é de autoria do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); "Vamos supor que a gente acabe com o Ministério da Cultura, todas as atividades vão ter de continuar, todo o apoio ao teatro, a estrutura operativa permanecerá, mesmo que seja dentro do MEC (pasta que já foi integrada ao Ministério da Cultura). O que você realmente corta? O cargo de ministro e algumas funções associadas, isso não resolve o problema fiscal do País", rebateu o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante

Como forma de pressionar a presidente para que realize uma reforma ministerial, o PMDB sugeriu um projeto que diminua o número de ministérios para 20; proposição é de autoria do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); "Vamos supor que a gente acabe com o Ministério da Cultura, todas as atividades vão ter de continuar, todo o apoio ao teatro, a estrutura operativa permanecerá, mesmo que seja dentro do MEC (pasta que já foi integrada ao Ministério da Cultura). O que você realmente corta? O cargo de ministro e algumas funções associadas, isso não resolve o problema fiscal do País", rebateu o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante
Como forma de pressionar a presidente para que realize uma reforma ministerial, o PMDB sugeriu um projeto que diminua o número de ministérios para 20; proposição é de autoria do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); "Vamos supor que a gente acabe com o Ministério da Cultura, todas as atividades vão ter de continuar, todo o apoio ao teatro, a estrutura operativa permanecerá, mesmo que seja dentro do MEC (pasta que já foi integrada ao Ministério da Cultura). O que você realmente corta? O cargo de ministro e algumas funções associadas, isso não resolve o problema fiscal do País", rebateu o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante (Foto: Roberta Namour)


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247 – O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, criticou a proposta do PMDB de diminuir o número de ministérios do governo Dilma Rousseff:

"Vamos supor que a gente acabe com o Ministério da Cultura, todas as atividades vão ter de continuar, todo o apoio ao teatro, a estrutura operativa permanecerá, mesmo que seja dentro do MEC (pasta que já foi integrada ao Ministério da Cultura). O que você realmente corta? O cargo de ministro e algumas funções associadas, isso não resolve o problema fiscal do País", disse. Segundo ele, o que resolve o problema fiscal do País é o contingenciamento de recursos.

Como forma de pressionar a presidente para que realize uma reforma ministerial, o PMDB sugeriu um projeto que diminua o número de ministérios para 20; proposição é de autoria do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Estratégia serve para dificultar a distribuição de cargos no primeiro escalão para outros partidos aliados ao governo.

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De acordo com reportagem do ‘Estado de S. Paulo’, ele teria sido encarregado pela presidente Dilma para formular um estudo de reduzir ou extinguir parte das pastas.

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