Médicos querem pagamento de atrasos até março no DF

A paralisação dos médicos vai, pelo menos, até a próxima quarta-feira (21), quando os profissionais decidem se retomam ou não as atividades; em reunião na sede do MPDFT, representantes do SindMédico-DF apresentaram a contraproposta da categoria: o governo deve quitar todos os atrasos com os servidores até março; eles não aceitam o parcelamento dos salários; GDF diz que vai estudar a posição do sindicato 

A paralisação dos médicos vai, pelo menos, até a próxima quarta-feira (21), quando os profissionais decidem se retomam ou não as atividades; em reunião na sede do MPDFT, representantes do SindMédico-DF apresentaram a contraproposta da categoria: o governo deve quitar todos os atrasos com os servidores até março; eles não aceitam o parcelamento dos salários; GDF diz que vai estudar a posição do sindicato 
A paralisação dos médicos vai, pelo menos, até a próxima quarta-feira (21), quando os profissionais decidem se retomam ou não as atividades; em reunião na sede do MPDFT, representantes do SindMédico-DF apresentaram a contraproposta da categoria: o governo deve quitar todos os atrasos com os servidores até março; eles não aceitam o parcelamento dos salários; GDF diz que vai estudar a posição do sindicato  (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - A paralisação dos médicos vai, pelo menos, até a próxima quarta-feira (21), quando os profissionais decidem se retomam ou não as atividades. Em reunião na sede do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), neste domingo (18), representantes do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF) apresentaram a contraproposta da categoria: o governo deve quitar todos os atrasos com os servidores até março. Eles não aceitam o parcelamento dos salários

O GDF havia anunciado o parcelamento dos pagamentos em três etapas até o fim de outubro. A categoria também está sem receber o 13º salário, horas-extras de outubro, novembro e dezembro e férias. Os atrasos são consequência de um rombo de R$ 3,1 bilhões deixado pelo governo anterior, do de Agnelo Queiroz. Segundo o governo de Rodrigo Rollemberg, o déficit pode chegar a R$ 3,5 bilhões até o final de janeiro.

O governo diz que vai comparecer à reunião da categoria na quarta-feira. Um dos presentes no encontro deste domingo, o secretário de Relações Institucionais Sociais do DF, Marcos Dantas, citou "avanço" nas negociações.

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"Os médicos apresentaram as propostas, nós vamos estudá-las bem e estaremos na assembleia deles, quarta-feira", afirmou o dirigente, segundo informações do Correio Brasiliense.

O presidente do SindMédico-DF, Gutemberg Fialho, afirmou ser "inaceitável" o pagamento em parcelas. "Queremos tudo pago até março. Salário é no quinto dia útil do mês", disse. "Pagamento em parcelas é inaceitável, não existe", acrescentou.

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