Marcelo Castro: Temer se aliou a Cunha para derrubar Picciani

"Ele [Michel Temer] tomou partido. Ele e o presidente Eduardo Cunha estão juntos para tirar a liderança do Leonardo Picciani", criticou o ministro da Saúde, Marcelo Castro, que também é do PMDB; "Como vamos julgar uma pessoa que quer entrar no PMDB?", criticou ele, sobre a resolução da Executiva Nacional do partido, aprovada hoje, que obriga que a filiação de deputados e senadores seja aprovada previamente pelo comando da legenda

"Ele [Michel Temer] tomou partido. Ele e o presidente Eduardo Cunha estão juntos para tirar a liderança do Leonardo Picciani", criticou o ministro da Saúde, Marcelo Castro, que também é do PMDB; "Como vamos julgar uma pessoa que quer entrar no PMDB?", criticou ele, sobre a resolução da Executiva Nacional do partido, aprovada hoje, que obriga que a filiação de deputados e senadores seja aprovada previamente pelo comando da legenda
"Ele [Michel Temer] tomou partido. Ele e o presidente Eduardo Cunha estão juntos para tirar a liderança do Leonardo Picciani", criticou o ministro da Saúde, Marcelo Castro, que também é do PMDB; "Como vamos julgar uma pessoa que quer entrar no PMDB?", criticou ele, sobre a resolução da Executiva Nacional do partido, aprovada hoje, que obriga que a filiação de deputados e senadores seja aprovada previamente pelo comando da legenda (Foto: Aquiles Lins)


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Brasília 247 - O ministro da Saúde, Marcelo Castro, deputado pelo PMDB-PI, criticou nesta quarta-feira, 16, a atuação do vice-presidente Michel Temer pela derrubada de Leonardo Picciani da liderança do PMDB na Câmara.

Segundo Castro, o vice uniu-se ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e tomou partido para a substituição pelo deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG).

"Com relação à liderança do PMDB na Câmara dos Deputados, ele [Michel Temer] tomou partido. Ele e o presidente Eduardo Cunha estão juntos para tirar a liderança do Leonardo Picciani, criticou. "Acho que um presidente de partido tem o dever e obrigação de ser isento e neutro dentro das disputas internas", afirmou.

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O ministro criticou também a resolução da Executiva Nacional do PMDB que obriga que a filiação de deputados e senadores seja aprovada previamente pelo comando do partido. 

"Nunca vi o PMDB rejeitar uma pessoa. Como vamos julgar uma pessoa que quer entrar no PMDB? É uma novidade que o partido está tomando e que reflete neste momento de crise", disse. "Isso dará um arbítrio muito grande para a Executiva Nacional do PMDB, o que gera conflito. Nunca vi nenhuma legenda fazer isso e é uma surpresa que o PMDB tenha feito", acrescentou.

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A resolução do PMDB também foi duramente criticada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). "O PMDB é um grande partido, porque o PMDB não tem dono, é democrático, é um partido muito forte por isso. Como é que pode a Executiva querer dizer agora quem é que vai poder entrar, quem é que não vai poder entrar", criticou; "Ou seja, o PMDB a partir dessa decisão passará a ter dono? Isso é um horror"; Renan disse que o vice-presidente Michel Temer não mostra preocupação com o Brasil (leia mais).

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