Manifestantes fazem ato pró-Palestina em Brasília

O ato foi organizado por entidades islâmicas e por organizações da sociedade civil e se reuniu em frente à Rodoviária do Plano Piloto, onde fizeram panfletagem; “O nosso objetivo é tentar sensibilizar a comunidade brasileira, tentar, de alguma maneira, exercer uma pressão democrática dos órgãos decisórios do governo federal, para que eles se atinem para a situação do que está acontecendo na Palestina, do massacre, da situação desigual”, disse Marcelo Salardino, do Centro Islâmico de Brasília

O ato foi organizado por entidades islâmicas e por organizações da sociedade civil e se reuniu em frente à Rodoviária do Plano Piloto, onde fizeram panfletagem; “O nosso objetivo é tentar sensibilizar a comunidade brasileira, tentar, de alguma maneira, exercer uma pressão democrática dos órgãos decisórios do governo federal, para que eles se atinem para a situação do que está acontecendo na Palestina, do massacre, da situação desigual”, disse Marcelo Salardino, do Centro Islâmico de Brasília
O ato foi organizado por entidades islâmicas e por organizações da sociedade civil e se reuniu em frente à Rodoviária do Plano Piloto, onde fizeram panfletagem; “O nosso objetivo é tentar sensibilizar a comunidade brasileira, tentar, de alguma maneira, exercer uma pressão democrática dos órgãos decisórios do governo federal, para que eles se atinem para a situação do que está acontecendo na Palestina, do massacre, da situação desigual”, disse Marcelo Salardino, do Centro Islâmico de Brasília (Foto: Leonardo Attuch)


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Da Agência Brasil

Cerca de 60 manifestantes fizeram hoje (1°), em Brasília, um ato de solidariedade ao povo palestino. O ato foi organizado por entidades islâmicas e por organizações da sociedade civil e se reuniu em frente à Rodoviária do Plano Piloto, onde fizeram panfletagem. O grupo seguiu em caminhada rumo ao Palácio do Itamaraty.

De acordo com o muçulmano Marcelo Salardino, que participa do Centro Islâmico de Brasília, o objetivo do ato é sensibilizar os órgãos de governo federal para ter uma ação mais incisiva na Organização das Nações Unidas (ONU).

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“O nosso objetivo é tentar sensibilizar a comunidade brasileira, tentar, de alguma maneira, exercer uma pressão democrática dos órgãos decisórios do governo federal, para que eles se atinem para a situação do que está acontecendo na Palestina, do massacre, da situação desigual”, disse Salardino.

Segundo Bruno Kalil, um libanês naturalizado brasileiro, o ato serve para demonstrar o apoio à causa palestina. “Nós precisamos que o mundo se levante, porque não adianta ficar nessa condenação. O povo palestino está morrendo, não tem hospital, não tem nada, o bombardeio em cima desse povo continua. Nosso ato é um ato de paz. O objetivo é levantar uma bandeira para o mundo: chega de massacre, chega de genocídio”, disse.

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Segundo informações da ONU, desde o início das ofensivas, no dia 8 de julho, mais de 1.400 palestinos morreram, a maioria civis. Israel contabiliza 61 soldados e dois civis mortos. Pelo menos 400 mil moradores de Gaza estão desalojado. A Marcha Mundial pela Paz em Solidariedade ao Povo Palestino ocorre também no Paraná, em São Paulo, no Rio Grande do Sul, no Amazonas e em  Alagoas.

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