Maia procura brecha para tentar reeleição na Câmara

Presidente da Câmara, eleito para terminar o mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve o mandato cassado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) não pode disputar a reeleição, mas procura uma brecha jurídica para poder viabilizar sua candidatura; os aliados afirmam que o deputado pretende usar como parâmetro o caso de Garibaldi Alves, que também assumiu um mandato-tampão na presidência do Senado no lugar de Renan Calheiros

Presidente da Câmara, eleito para terminar o mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve o mandato cassado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) não pode disputar a reeleição, mas procura uma brecha jurídica para poder viabilizar sua candidatura; os aliados afirmam que o deputado pretende usar como parâmetro o caso de Garibaldi Alves, que também assumiu um mandato-tampão na presidência do Senado no lugar de Renan Calheiros
Presidente da Câmara, eleito para terminar o mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve o mandato cassado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) não pode disputar a reeleição, mas procura uma brecha jurídica para poder viabilizar sua candidatura; os aliados afirmam que o deputado pretende usar como parâmetro o caso de Garibaldi Alves, que também assumiu um mandato-tampão na presidência do Senado no lugar de Renan Calheiros (Foto: Gisele Federicce)


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Brasília 247 – O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), eleito para terminar o mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve o mandato cassado, procura uma brecha jurídica para poder disputar a reeleição, apesar de a legislatura não permitir.

Segundo reportagem do Estado de S. Paulo neste domingo 30, os aliados afirmam que o deputado pretende usar como parâmetro o caso do senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), que em 2008 assumiu a presidência do Senado em um mandato-tampão, após a saída de Renan Calheiros (PMDB-AL).

O senador reuniu uma série de pareceres de juristas renomados a favor da candidatura e disse, na ocasião, que encontrava-se "numa situação bastante confortável, diante dos pareceres jurídicos que tenho". "Vamos usar o caso do senador Garibaldi", disse um aliado próximo de Maia.

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O primeiro passo é apresentar uma consulta, em dezembro, na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. Caso o parecer seja favorável, há tempo suficiente para começar a articular a campanha.

A definição dos candidatos para a presidência da Câmara pode ampliar o racha na base do governo Temer: de um lado, há o PSDB, que pede o apoio do Planalto e da bancada do PMDB. De outro, políticos do bloco chamado Centrão, que reúne partidos como PP, PSD, PR, PTB, entre outros, além de Rodrigo Maia.

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