Maia: centrão acabou
Reeleito com folga para um mandato de dois anos na presidência da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) diz que centrão não existe mais e que a base aliada reúne cerca de 400 deputados; Maia garante que, diferentemente de Eduardo Cunha, não fará chantagem com o governo; apostando nas reformas, avalia se lançar candidato ao governo em 2018, mas desta vez no mesmo campo de Eduardo Paes. Sobre as citações a seu nome na Lava-Jato, as qualificou como “enredo falso”
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247 - Reeleito com folga para um mandato de dois anos na presidência da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) diz que centrão não existe mais e que a base aliada reúne cerca de 400 deputados. Maia garante que, diferentemente de Eduardo Cunha, não fará chantagem com o governo. Apostando nas reformas, avalia se lançar candidato ao governo em 2018, mas desta vez no mesmo campo de Eduardo Paes. Sobre as citações a seu nome na Lava-Jato, as qualificou como “enredo falso”.
As informações são de reportagem de O Globo.
"Acabou o centrão. Teve um candidato, que é querido na Casa, o Jovair, que teve um bom resultado para o número de partidos que o apoiava. Agora, resultado de eleição é da vida. Esses 100 votos não têm unidade. Ninguém está mal atendido nem com espaço, nem com execução orçamentária."
Mais defendeu ainda as reformas propostas por Michel Temer.
"Acho que é possível. O que o governo precisa fazer é antecipar logo as informações, esclarecer as polêmicas. Quanto mais transparência e quanto mais conseguir dar clareza aos pontos polêmicos, mais rápido a Câmara estará preparada para votar essas matérias.
O que me incomoda é a situação do meu estado hoje, em que a Previdência quebrou e os aposentados não recebem a aposentadoria. O que me preocupa é que daqui a alguns anos, se nós não aprovarmos a reforma da Previdência, muitos pensionistas e aposentados não vão receber suas aposentadorias.
Sou 100% a favor, eu vou ser afetado por ela, tenho menos de 50 anos. Todo mundo está vivendo mais, acho que há um gatilho interessante: se a expectativa de vida aumenta, aumenta a idade mínima. As pessoas vivem mais, têm que trabalhar mais. E do meu ponto de vista eu teria feito para os novos (contribuintes) um sistema no qual o recebimento futuro teria uma relação clara com aquilo que você contribuiu, gerando um valor mínimo. Mas foi feito de outra forma. Agora o que tem que fazer é o debate da transição. Os jovens não estão olhando para 65 anos."
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