Lula sobre a fala de Dilma na ONU: "deu orgulho"

Ao participar de um comício em Ceilândia (DF), em apoio à reeleição de Agnelo Queiroz no Distrito Federal, o ex-presidente Lula disse ter sentido "orgulho" da presidente Dilma Rousseff, com seu discurso feito na quarta-feira, na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas; "Eu fiquei orgulhoso com o discurso da Dilma na ONU, o Brasil saiu do Mapa da Fome, mas os jornais disseram que ela foi lá na ONU fazer política e campanha", afirmou Lula; "Nós não podemos brincar porque a imprensa é o maior partido de oposição que temos hoje. Se o Brasil que eles descrevem todo dia fosse verdade, o País teria acabado"; discurso foi criticado por adversários políticos e também revoltou a direita brasileira, que acusou a presidente Dilma de se colocar ao lado dos terroristas do Estado Islâmico

Ao participar de um comício em Ceilândia (DF), em apoio à reeleição de Agnelo Queiroz no Distrito Federal, o ex-presidente Lula disse ter sentido "orgulho" da presidente Dilma Rousseff, com seu discurso feito na quarta-feira, na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas; "Eu fiquei orgulhoso com o discurso da Dilma na ONU, o Brasil saiu do Mapa da Fome, mas os jornais disseram que ela foi lá na ONU fazer política e campanha", afirmou Lula; "Nós não podemos brincar porque a imprensa é o maior partido de oposição que temos hoje. Se o Brasil que eles descrevem todo dia fosse verdade, o País teria acabado"; discurso foi criticado por adversários políticos e também revoltou a direita brasileira, que acusou a presidente Dilma de se colocar ao lado dos terroristas do Estado Islâmico
Ao participar de um comício em Ceilândia (DF), em apoio à reeleição de Agnelo Queiroz no Distrito Federal, o ex-presidente Lula disse ter sentido "orgulho" da presidente Dilma Rousseff, com seu discurso feito na quarta-feira, na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas; "Eu fiquei orgulhoso com o discurso da Dilma na ONU, o Brasil saiu do Mapa da Fome, mas os jornais disseram que ela foi lá na ONU fazer política e campanha", afirmou Lula; "Nós não podemos brincar porque a imprensa é o maior partido de oposição que temos hoje. Se o Brasil que eles descrevem todo dia fosse verdade, o País teria acabado"; discurso foi criticado por adversários políticos e também revoltou a direita brasileira, que acusou a presidente Dilma de se colocar ao lado dos terroristas do Estado Islâmico (Foto: Leonardo Attuch)


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Brasília 247 - Na noite de ontem, ao participar de um comício em Ceilândia, uma das cidades-satélite do Distrito Federal, o ex-presidente Lula disse que a imprensa brasileira "tem bronca" da presidente Dilma Rousseff e afirmou, ainda, ter sentido orgulho do discurso feito por ela na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas – um discurso que revoltou a direita brasileira (leia aqui).

"Eu fiquei orgulhoso com o discurso da Dilma na ONU, o Brasil saiu do Mapa da Fome, mas os jornais disseram que ela foi lá na ONU fazer política e campanha", afirmou Lula. "Nós não podemos brincar porque a imprensa é o maior partido de oposição que temos hoje. Se o Brasil que eles descrevem todo dia fosse verdade, o País teria acabado."

O comício foi um ato de apoio à candidatura de Agnelo Queiroz, que concorre à reeleição no Distrito Federal. Ele voltou a dizer, em relação a Marina Silva, que eleição não é caso de amor. "Eu também amo ela (Marina), mas a escolha para a Presidência não é um caso de amor. Se fosse, eu chamava a Marisa para ser candidata", brincou, numa referência à sua mulher, Marisa Letícia. "Quando eu escolhi a Dilma sabia para ser candidata, eu sabia que ela tinha competência. A Dilma era a pessoa mais competente e por isso ela não permitiu que o País entrasse em crise", afirmou.

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Crítica a Aécio - Lula também aproveitou o evento para fazer uma crítica ao tucano Aécio Neves. "Quando alguém fala em choque de gestão significa arrocho salarial, diminuir benefícios dos trabalhadores e mandar funcionário público embora", disse.

Ao se referir à imprensa, ele afirmou que "a elite e os meios de comunicação promovem uma campanha negativa contra o PT nos mesmos moldes da realizada contra os ex-presidentes Getulio Vargas, João Goulart e Juscelino Kubitschek".

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