Lindbergh: ‘vamos entrar com várias ações no STF’

Senador Lindbergh Farias (PT-­RJ) lamentou, em Brasília (DF), a decisão do ministro do STF Teori Zavascki que negou o recurso para suspender a sessão que analisa a abertura do processo de impeachment da presidente; o parlamentar participa da sessão de votação da abertura do processo de impeachment de Dilma; "Já sabíamos que a essa altura dos acontecimentos seria difícil conseguir uma vitória. Mas a AGU (Advocacia­Geral da União) fez certo. Tinha que recorrer. Hoje é difícil ser um placar favorável, mas vamos entrar com várias ações no STF depois"

Senador Lindbergh Farias (PT-­RJ) lamentou, em Brasília (DF), a decisão do ministro do STF Teori Zavascki que negou o recurso para suspender a sessão que analisa a abertura do processo de impeachment da presidente; o parlamentar participa da sessão de votação da abertura do processo de impeachment de Dilma; "Já sabíamos que a essa altura dos acontecimentos seria difícil conseguir uma vitória. Mas a AGU (Advocacia­Geral da União) fez certo. Tinha que recorrer. Hoje é difícil ser um placar favorável, mas vamos entrar com várias ações no STF depois"
Senador Lindbergh Farias (PT-­RJ) lamentou, em Brasília (DF), a decisão do ministro do STF Teori Zavascki que negou o recurso para suspender a sessão que analisa a abertura do processo de impeachment da presidente; o parlamentar participa da sessão de votação da abertura do processo de impeachment de Dilma; "Já sabíamos que a essa altura dos acontecimentos seria difícil conseguir uma vitória. Mas a AGU (Advocacia­Geral da União) fez certo. Tinha que recorrer. Hoje é difícil ser um placar favorável, mas vamos entrar com várias ações no STF depois" (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O senador Lindbergh Farias (PT-­RJ) lamentou nesta quarta­-feira (11), em Brasília (DF), a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki que negou o recurso para suspender a sessão que analisa a abertura do processo de impeachment da presidente da República.

O parlamentar participa nesta quarta (11) da sessão de votação da abertura do processo de impeachment de Dilma. "Já sabíamos que a essa altura dos acontecimentos seria difícil conseguir uma vitória. Mas a AGU (Advocacia­Geral da União) fez certo. Tinha que recorrer. Hoje é difícil ser um placar favorável, mas vamos entrar com várias ações no STF depois", disse.

Com a maioria simples dos presentes no plenário no momento da apreciação, a presidente é afastada de seu cargo por até 180 dias. Quem assume é o vice­-presidente Michel Temer (PMDB).

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De acordo com Lindbergh, o governo de Temer será marcado pela "ilegitimidade". "As pessoas não o elegeram. Ele vai precisar tomar medidas impopulares. Tenho muita esperança de que em quatro, cinco meses, possamos reverter a situação aqui", complementou.

Apesar de haver maioria formada no plenário atualmente pela abertura do julgamento, o cenário será o mesmo no julgamento final, segundo o parlamentar. "Tem muita gente dizendo que vota pela admissibilidade, mas que ainda vai formar juízo pelo julgamento. Acho que o governo Temer vai ser de crise, desconfiança da população. Se ele não tiver popularidade, que hoje já é muito baixa, terá dificuldade de se manter no cargo", disse.

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