Liliane é notificada sobre processo de cassação
A deputada distrital Liliane Roriz (PTB) foi notificada nesta segunda-feira (29) da abertura do processo de cassação do mandato dela na Câmara Legislativa; a ação por improbidade contra Liliane Roriz foi movida pelo MP; são citados no processo o ex-governador do DF e pai de Liliane, Joaquim Roriz, as irmãs Jaqueline e Weslliane e o sobrinho Rodrigo Roriz; de acordo com as investigações, eles facilitaram dois empréstimos do Banco de Brasília (BRB), no valor total de R$ 6,7 milhões, para empresários da construção civil em troca de 12 apartamentos em Águas Claras
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Brasília 247 - A deputada distrital Liliane Roriz (PTB) foi notificada nesta segunda-feira (29) da abertura do processo de cassação do mandato dela na Câmara Legislativa. A representação contra a petebista começou a tramitar em 22 de agosto, pouco depois de divulgar áudios em que denuncia desvios de verba pública que supostamente beneficiaram um grupo de deputados.
A ação por improbidade contra Liliane Roriz foi movida pelo Ministério Público. São citados no processo o ex-governador do DF e pai de Liliane, Joaquim Roriz, as irmãs Jaqueline e Weslliane e o sobrinho Rodrigo Roriz. De acordo com as investigações, eles facilitaram dois empréstimos do Banco de Brasília (BRB), no valor total de R$ 6,7 milhões, para empresários da construção civil em troca de 12 apartamentos em Águas Claras.
O julgamento do recurso teve início em julho, mas foi suspenso, porque um dos desembargadores pediu vista do processo. A interrupção aconteceu quando o relator havia decidido acatar o recurso dos membros da família Roriz – por entender que não havia provas suficientes para condenação por improbidade administrativa.
Outro lado
Para Liliane Roriz, o caso é uma "injustiça muito grande" com a família dela. "Alegam que esses fatos aconteceram em 1996, muito antes do meu primeiro mandato", disse, conforme relato do G1.
Na Câmara, o processo do caso de Liliane será apreciado pela Corregedoria. Se for aceito pelo departamento em até 15 dias, o caso vai para a Comissão de Ética e depois para a Comissão de Constituição e Justiça. Depois de todas as análises, o pedido é levado para votação no plenário. A distrital terá dez dias para se defender.
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