Líder nacional, DF realiza 10% dos transplantes de coração do país

Segundo Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), Distrito Federal é líder nacional em transplantes de coração e responde por 10% do total de procedimentos realizados no país. A cada 153 cirurgias, 15 ocorrem na capital; secretário de Saúde, José Bonifácio Carreira Alvim, informa que o DF também lidera nos transplantes de córnea, fígado e rim, além de ser o quarto nas cirurgias de medula óssea

Segundo Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), Distrito Federal é líder nacional em transplantes de coração e responde por 10% do total de procedimentos realizados no país. A cada 153 cirurgias, 15 ocorrem na capital; secretário de Saúde, José Bonifácio Carreira Alvim, informa que o DF também lidera nos transplantes de córnea, fígado e rim, além de ser o quarto nas cirurgias de medula óssea
Segundo Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), Distrito Federal é líder nacional em transplantes de coração e responde por 10% do total de procedimentos realizados no país. A cada 153 cirurgias, 15 ocorrem na capital; secretário de Saúde, José Bonifácio Carreira Alvim, informa que o DF também lidera nos transplantes de córnea, fígado e rim, além de ser o quarto nas cirurgias de medula óssea (Foto: Leonardo Araújo)


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Brasília 247 - Números da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) mostram que o Distrito Federal é líder nacional em transplantes de coração e responde por 10% do total de procedimentos realizados no país. A cada 153 cirurgias, 15 ocorrem na capital federal.

Atualmente, no DF, 17 pessoas aguardam na fila por transplante cardíaco, procedimento que é realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Instituto de Cardiologia. O tempo médio de espera é de 4,7 meses.

Segundo o secretário de Saúde, José Bonifácio Carreira Alvim, o DF também lidera nos transplantes de córnea, fígado e rim, além de ser o quarto nas cirurgias de medula óssea.

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Campanha estimula famílias a autorizarem doação de órgãos
O Ministro da Saúde, Arthur Chioro, lançou, nesta quarta-feira (24), em Brasília, nova campanha publicitária de estímulo à doação de órgãos, com foco na sensibilização das famílias sobre a importância da autorização para a retirada de órgãos, após a confirmação de óbito por uma equipe médica. Atualmente, 56% das famílias entrevistadas, em situações de morte encefálica, aceitam e autorizam a retirada de órgãos para a doação. Para o ministério, esse percentual pode ser ainda maior, permitindo a realização de mais transplantes.

Dados do Ministério da Saúde apontam que o número de doadores efetivos de órgãos cresceu 90% em seis anos no Brasil. Segundo o coordenador geral do Sistema Nacional de Transplantes, Fausto Pereira, foram 2.562 casos no ano passado, contra 1.350 em 2008. "Nós vamos atingir a faixa de 14 doadores por milhão [meta estabelecida no início da gestão] até o fim deste ano, se mantivermos o ritmo", declarou. Entre 2008 e 2013, o número de pessoas na lista de espera teve redução de 42%, passando de 64.774 para 37.736. Segundo Pereira, parcerias com empresas aéreas e conscientização das famílias ajudaram na redução da espera por um órgão.

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