Líder do DEM critica ação do PMDB na busca por dissidentes do PSB

O líder do DEM na Câmara, deputado Efraim Filho (PB), criticou nesta quinta-feira o movimento do PMDB na busca por parlamentares dissidentes do PSB que estariam sendo atraídos para aumentar a bancada do Democratas; assim como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Efraim considerou que o movimento dos peemedebistas "não configura uma posição de aliados"; "Não é a demonstração que um aliado espera receber. Essas disputas que deveriam ser entre governo e oposição serem trazidas pra dentro da base aliada só fragilizam a relação. Ao invés de agregar, o PMDB acaba agredindo os aliados", disse Efraim

O líder do DEM na Câmara, deputado Efraim Filho (PB), criticou nesta quinta-feira o movimento do PMDB na busca por parlamentares dissidentes do PSB que estariam sendo atraídos para aumentar a bancada do Democratas; assim como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Efraim considerou que o movimento dos peemedebistas "não configura uma posição de aliados"; "Não é a demonstração que um aliado espera receber. Essas disputas que deveriam ser entre governo e oposição serem trazidas pra dentro da base aliada só fragilizam a relação. Ao invés de agregar, o PMDB acaba agredindo os aliados", disse Efraim
O líder do DEM na Câmara, deputado Efraim Filho (PB), criticou nesta quinta-feira o movimento do PMDB na busca por parlamentares dissidentes do PSB que estariam sendo atraídos para aumentar a bancada do Democratas; assim como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Efraim considerou que o movimento dos peemedebistas "não configura uma posição de aliados"; "Não é a demonstração que um aliado espera receber. Essas disputas que deveriam ser entre governo e oposição serem trazidas pra dentro da base aliada só fragilizam a relação. Ao invés de agregar, o PMDB acaba agredindo os aliados", disse Efraim (Foto: Romulo Faro)


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Débora Brito - repórter da Agência Brasil

O líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), criticou hoje (21), em Brasília, o movimento do PMDB na busca por deputados dissidentes do PSB que estariam sendo atraídos para aumentar a bancada do Democratas. Assim como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Efraim considerou que o movimento dos peemedebistas não configura uma posição de aliados.

"Não é a demonstração que um aliado espera receber. Infelizmente, essa atitude mesquinha do PMDB acaba trazendo a agenda do partido acima da agenda do Brasil. (...) Essas disputas que deveriam ser entre governo e oposição serem trazidas pra dentro da base aliada só fragilizam a relação. Ao invés de agregar, o PMDB acaba agredindo os aliados", disse Efraim.

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Apesar das críticas, o líder não sinalizou claramente se a bancada democrata será orientada a votar a favor da segunda denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer pelos crimes de obstrução de justiça e organização criminosa.

STF enviará à Câmara processo contra Temer

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O processo com a nova acusação contra Temer e outros integrantes do PMDB deve ser encaminhado pelo Supremo Tribunal Federal à Câmara nos próximos dias.

"O Democratas vai fazer a análise técnica baseada na lei, nos fatos e nas provas. E a partir dos nossos membros na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), essa decisão será tomada pela bancada. Não dá pra antecipar qualquer posição até que seja feita a análise", disse.

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Para o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), a briga entre os dois partidos pode favorecer o prosseguimento da denúncia. "Se nós do PSB podemos perder deputados, a sociedade vai ganhar, porque essa briga pode favorecer a aprovação da denúncia e o encaminhamento para o Supremo Tribunal Federal", afirmou Delgado.

O deputado oposicionista acredita que o número de votos em favor da autorização do prosseguimento da investigação deverá ser maior dessa vez. Na primeira denúncia, os deputados rejeitaram a autorização, que para ser aprovada, precisa de pelo menos 342 votos entre os 513 deputados.

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"Não tenho dúvidas de que nós teremos uma votação maior. Nós achamos que essa segunda denúncia será vencedora, um outro trabalho é chegar aos 342 votos pra que ela seja encaminhada ao Supremo e a investigação prossiga, mas que nós vamos ter um placar muito maior daqueles que querem um encaminhamento da denúncia, não tenho dúvida", finalizou.

Marum diz que convite é normal

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O vice-líder do PMDB na Câmara, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), considera normal o convite feito pelos partidos aos dissidentes do PSB. Ele explica que a decisão dos parlamentares por um ou outro partido está mais relacionada aos interesses da base de apoio nos estados do que com influência do Palácio do Planalto.

"O PSB é um partido que tem divisões explícitas e valorosos parlamentares. É natural que alguns deixem o partido, diante dessa grande divisão.Também é natural que os partidos disputem a filiação deles. Não adianta achar que vamos decidir aqui em cima. A questão local vai ser preponderante para a escolha desses parlamentares. Isso aí não adianta colocar a culpa no presidente, em ministros", declarou Marun.

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