Lewandowski defende eficácia do Judiciário

Na cerimônia que marcou a abertura do ano judiciário de 2015, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, defendeu "eficácia" diante do número de processos e ainda uma atuação que busque julgar casos "de maior impacto social"; participaram da solenidade o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, representando a presidente da República, Dilma Rousseff, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e o senador Jorge Viana, representando o Senado Federal, entre outras autoridades

Na cerimônia que marcou a abertura do ano judiciário de 2015, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, defendeu "eficácia" diante do número de processos e ainda uma atuação que busque julgar casos "de maior impacto social"; participaram da solenidade o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, representando a presidente da República, Dilma Rousseff, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e o senador Jorge Viana, representando o Senado Federal, entre outras autoridades
Na cerimônia que marcou a abertura do ano judiciário de 2015, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, defendeu "eficácia" diante do número de processos e ainda uma atuação que busque julgar casos "de maior impacto social"; participaram da solenidade o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, representando a presidente da República, Dilma Rousseff, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e o senador Jorge Viana, representando o Senado Federal, entre outras autoridades (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, defende na manhã desta segunda-feira 2, durante a sessão solene que marca a abertura do Ano Judiciário de 2015, eficácia do Judiciário diante do grande número de processos e uma atuação que busque julgar casos "de maior impacto social".

A solenidade começou com o Hino Nacional cantado a capela pelos presentes e foi encerrada por Lewandowski, último a discursar. O ministro conclamou a comunidade jurídica a emprestar sua "indispensável contribuição" para que todos possam dar conta da "magna tarefa, em prol da pacificação dos inúmeros conflitos que ainda entravam o pleno desenvolvimento econômico e social do País".

O primeiro discurso coube ao presidente Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho, seguido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

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Também participaram da solenidade o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, representando a presidente da República, Dilma Rousseff, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e o senador Jorge Viana, representando o Senado Federal, entre outras autoridades.

Com informações do STF

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