Levy culpa Congresso por rebaixamento do Brasil

Declaração do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, veio na esteira de críticas feitas pelo deputado e líder do PSD, Rogério Rosso (DF), contra o pacote de medidas anunciado pelo governo; o parlamentar disse ao ministro que o pacote não estava funcionamento; irritado, Levy culpou o Congresso pelo rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela Standard & Poor's; bate-boca só parou após intervenção do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante

Declaração do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, veio na esteira de críticas feitas pelo deputado e líder do PSD, Rogério Rosso (DF), contra o pacote de medidas anunciado pelo governo; o parlamentar disse ao ministro que o pacote não estava funcionamento; irritado, Levy culpou o Congresso pelo rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela Standard & Poor's; bate-boca só parou após intervenção do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante
Declaração do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, veio na esteira de críticas feitas pelo deputado e líder do PSD, Rogério Rosso (DF), contra o pacote de medidas anunciado pelo governo; o parlamentar disse ao ministro que o pacote não estava funcionamento; irritado, Levy culpou o Congresso pelo rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela Standard & Poor's; bate-boca só parou após intervenção do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, culpou o Congresso Nacional pelo rebaixamento da nota do país pela agência de classificação de risco Standard & Poor's. Declaração feita durante reunião convocada pela presidente Dilma Rousseff e líderes da base aliada para explicar o ajuste fiscal aconteceu logo após o deputado e líder do PSD, Rogério Rosso (DF), criticar o pacote de medidas anunciado pelo governo para o ajuste das contas públicas, e levou a uma intensa altercação entre eles.

De acordo com o Estadão, Rosso sugeriu ao ministro que "fosse mais em chão de fábrica" e afirmou que sua política econômica não estava funcionando. Levy se irritou e disse que a retirada do grau de investimento do Brasil foi por culpa do Congresso Nacional. Como a presidente Dilma já havia deixado o local da reunião, para participar de uma cerimônia no Palácio do Planalto, coube ao ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, intervir para apaziguar os ânimos.

Rosso, porém, não foi o único integrante da base aliada a criticar o governo federal. Parlamentares também reclamaram da obrigatoriedade da destinação das emendas parlamentares à saúde e a obras do PAC. Uma nova reunião entre os líderes da base aliada e a presidente Dilma está marcada para quinta-feira 17.

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