Kennedy: Governo testa base após reorganização

"O governo fez um trabalho na últimas semanas de distribuição de cargos de segundo e terceiro escalão para reorganizar a sua base de apoio no Congresso, sobretudo na Câmara, Casa na qual tem maior dificuldade. Hoje haverá um teste sobre a eficácia desse trabalho", afirma o jornalista Kennedy Alencar, sobre a votação da proposta chamada de repatriação de recursos, importante para a receita do governo

"O governo fez um trabalho na últimas semanas de distribuição de cargos de segundo e terceiro escalão para reorganizar a sua base de apoio no Congresso, sobretudo na Câmara, Casa na qual tem maior dificuldade. Hoje haverá um teste sobre a eficácia desse trabalho", afirma o jornalista Kennedy Alencar, sobre a votação da proposta chamada de repatriação de recursos, importante para a receita do governo
"O governo fez um trabalho na últimas semanas de distribuição de cargos de segundo e terceiro escalão para reorganizar a sua base de apoio no Congresso, sobretudo na Câmara, Casa na qual tem maior dificuldade. Hoje haverá um teste sobre a eficácia desse trabalho", afirma o jornalista Kennedy Alencar, sobre a votação da proposta chamada de repatriação de recursos, importante para a receita do governo (Foto: Gisele Federicce)


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247- Após redistribuir cargos de segundo e terceiro escalão a fim de "reorganizar a base" no Congresso Nacional, o governo passará por um teste nesta quarta-feira 4, quando será votada a proposta chamada de repatriação de recursos, importante para a receita. "Hoje haverá um teste sobre a eficácia desse trabalho", afirma o jornalista Kennedy Alencar.

"Essa proposta ajuda a fechar as contas públicas, mas não é a salvação da lavoura. A agenda econômica está emperrada no Congresso enquanto o final do ano se aproxima", comenta o jornalista. "Para destravar a votação de medidas do ajuste fiscal, o governo precisaria ter mais força política. Mas é uma administração sem ação", acrescenta.

De acordo com o colunista, "para piorar, a crise do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, deixa o Palácio do Planalto de mãos atadas, porque há o temor de que o peemedebista dê o pontapé inicial num pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff."

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