Justiça nega pedido da Câmara contra Catta Preta

A Justiça Federal negou o pedido da Câmara dos Deputados para que a advogada Beatriz Catta Preta explique as declarações, dadas em entrevista ao “Jornal Nacional”, da TV Globo, de que foi ameaçada e intimidada por integrantes da CPI da Petrobras; o juiz José Tarcísio Januário, da 2ª Vara Federal em Barueri, justificou, em sua decisão, que a “Câmara não tem legitimidade para reivindicar direito alheio” e disse ainda que o presidente da CPI e o presidente da Câmara, caso queiram, devem fazer pedido de esclarecimentos nos próprios nomes

A Justiça Federal negou o pedido da Câmara dos Deputados para que a advogada Beatriz Catta Preta explique as declarações, dadas em entrevista ao “Jornal Nacional”, da TV Globo, de que foi ameaçada e intimidada por integrantes da CPI da Petrobras; o juiz José Tarcísio Januário, da 2ª Vara Federal em Barueri, justificou, em sua decisão, que a “Câmara não tem legitimidade para reivindicar direito alheio” e disse ainda que o presidente da CPI e o presidente da Câmara, caso queiram, devem fazer pedido de esclarecimentos nos próprios nomes
A Justiça Federal negou o pedido da Câmara dos Deputados para que a advogada Beatriz Catta Preta explique as declarações, dadas em entrevista ao “Jornal Nacional”, da TV Globo, de que foi ameaçada e intimidada por integrantes da CPI da Petrobras; o juiz José Tarcísio Januário, da 2ª Vara Federal em Barueri, justificou, em sua decisão, que a “Câmara não tem legitimidade para reivindicar direito alheio” e disse ainda que o presidente da CPI e o presidente da Câmara, caso queiram, devem fazer pedido de esclarecimentos nos próprios nomes (Foto: Valter Lima)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 - A Justiça Federal negou o pedido da Câmara dos Deputados para que a advogada Beatriz Catta Preta explique as declarações, dadas em entrevista ao “Jornal Nacional”, da TV Globo, de que foi ameaçada e intimidada por integrantes da CPI da Petrobras. Catta Preta defendia delatores investigados na Operação Lava-Jato. 

O juiz José Tarcísio Januário, da 2ª Vara Federal em Barueri, justificou, em sua decisão, que a “Câmara não tem legitimidade para reivindicar direito alheio”. Disse ainda que o presidente da CPI e o presidente da Câmara, caso queiram, devem fazer pedido de esclarecimentos nos próprios nomes. O magistrado acrescenta que “das declarações da advogada não se extrai qualquer imputação de calúnia ou difamação contra o órgão legislativo”.

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247