Justiça manda prender de novo ex-tesoureira da Cruz Vermelha

A Justiça do Distrito Federal revogou a decisão que liberava a ex-tesoureira da Organização Social (OS) Cruz Vermelha de Petrópolis Tatty Anna Kroker; ela voltou a ser presa, por tempo indeterminado; a ex-tesoureira integra um grupo de 13 pessoas acusado de lucrar e "sumir" com o dinheiro do contrato pago à OS para gerir duas UPAs no Distrito Federal, sem ter prestado serviço

A Justiça do Distrito Federal revogou a decisão que liberava a ex-tesoureira da Organização Social (OS) Cruz Vermelha de Petrópolis Tatty Anna Kroker; ela voltou a ser presa, por tempo indeterminado; a ex-tesoureira integra um grupo de 13 pessoas acusado de lucrar e "sumir" com o dinheiro do contrato pago à OS para gerir duas UPAs no Distrito Federal, sem ter prestado serviço
A Justiça do Distrito Federal revogou a decisão que liberava a ex-tesoureira da Organização Social (OS) Cruz Vermelha de Petrópolis Tatty Anna Kroker; ela voltou a ser presa, por tempo indeterminado; a ex-tesoureira integra um grupo de 13 pessoas acusado de lucrar e "sumir" com o dinheiro do contrato pago à OS para gerir duas UPAs no Distrito Federal, sem ter prestado serviço (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - A Justiça do Distrito Federal revogou a decisão que liberava a ex-tesoureira da Organização Social (OS) Cruz Vermelha de Petrópolis Tatty Anna Kroker. Ela voltou a ser presa, por tempo indeterminado. 

A ex-tesoureira integra um grupo de 13 pessoas acusado de lucrar e "sumir" com o dinheiro do contrato pago à OS para gerir duas UPAs no Distrito Federal, sem ter prestado serviço. Todos são réus na Justiça. O Ministério Público (MPDFT) aponta os crimes de irregularidade em dispensa de licitação, lavagem de dinheiro, peculato e falsificação de documento. 

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A Operação Genebra tem como objetivo identificar e punir os responsáveis pelo desvio dos R$ 3,46 milhões repassados à Cruz Vermelha de Petrópolis, quando a instituição foi contratada em 2010 para administrar as UPAs do Recanto das Emas e de São Sebastião.

Segundo o Ministério Público (MPDFT), dois meses depois o acordo foi suspenso e a OS não prestou serviço. Corrigidos, os valores ultrapassam R$ 9,7 milhões.

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