Julio Cesar entrega cargo de líder na CLDF
Como segundo secretário, o distrital Julio Cesar (PRB) ele integra Mesa Diretora da Câmara Legislativa, que é suspeita de se beneficiar em um esquema de pagamento de propina em contratos na área da saúde; de acordo com a assessoria de imprensa do parlamentar, ele vai se afastar do cargo para se dedicar à defesa; áudios gravados pela deputada Liliane Roriz (PTB) colocam a presidente da Câmara, Celina Leão (PPS), sob suspeita de articular um esquema de pagamento de propina em contratos envolvendo serviços de UTI
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Brasília 247 - O deputado distrital Julio Cesar (PRB) entregou nesta segunda-feira (22) o cargo de líder do governo na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Como segundo secretário, ele integra Mesa Diretora da Câmara, que é suspeita de se beneficiar em um esquema de pagamento de propina em contratos na área da saúde. De acordo com a assessoria de imprensa do parlamentar, ele vai se afastar do cargo para se dedicar à defesa.
Áudios gravados pela deputada Liliane Roriz (PTB) colocam a presidente da Câmara, Celina Leão (PPS), sob suspeita de articular um esquema de pagamento de propina em contratos envolvendo serviços de UTI.
Celina fala sobre mudança de finalidade de uma emenda parlamentar que direcionou R$ 30 milhões da sobra orçamentária da Câmara a um grupo de seis empresas que prestam serviço de UTI. De acordo com as denúncias, o repasse beneficiou parlamentares da Mesa Diretora.
Liliane detalhou parte do suposto "acordo" à Globo. Segundo ela, a negociação tratava de uma "sobra orçamentária" de R$ 30 milhões, destinada originalmente à reforma de escolas e unidades de saúde. No começo de dezembro, a CLDF aprovou uma mudança no texto, direcionando o aporte para pagar dívidas do Palácio do Buriti com prestadoras de serviço em UTIs. Pela denúncia, o esquema envolveria repasse aos deputados de 7% sobre o valor das emendas.
Celina negou irregularidades e disse que Liliane mentiu porque sente "inveja" dela. Ela disse que vai encaminhar documentos ao Ministério Público para provar que não agiu de forma ilegal na destinação de recursos de emendas parlamentares. "A acusação é falha porque a emenda é da deputada. A emenda é dela, da vice-presidente. Ela que propôs. Se existe ilegalidade, ela que remoque responder", afirmou Celina.
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