Juiz da Zelotes quebra sigilos de Guido Mantega
O juiz Vallisney de Souza Oliveira, que assumiu o comando da Operação Zelotes, em Brasília, determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega; o objetivo é apurar o processo de nomeação de conselheiros do Carf (Connselho Administrativo de Recursos Fiscais) e também a relação do ex-ministro com o empresário Victor Sandri, que conseguiu abater uma dívida do Grupo Comercial Penha, no valor de R$ 106 milhões; por meio de pessoas próximas, Mantega disse que "repudia qualquer ilação sobre irregularidades em sua conduta, uma vez que sempre se pautou pelos princípios éticos"
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 – O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, que assumiu o comando da Operação Zelotes, em Brasília, determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, segundo informa o jornalista Rubens Valente, em reportagem publicada nesta quinta-feira (leia aqui).
O objetivo é apurar o processo de nomeação de conselheiros do Carf (Connselho Administrativo de Recursos Fiscais) e também a relação do ex-ministro com o empresário Victor Sandri, que conseguiu abater uma dívida do Grupo Comercial de Cimento Penha, no valor de R$ 106 milhões.
Por meio de pessoas próximas, Mantega disse que "repudia qualquer ilação sobre irregularidades em sua conduta, uma vez que sempre se pautou pelos princípios éticos".
Segundo a reportagem do jornalista, "há cerca de duas décadas, Mantega vendeu terrenos para uma firma de Sandri", mas "antes da Zelotes, o empresário foi condenado também pela suspeita de interferir em decisões no Carf".
Na decisão, o juiz determinou cerca de 30 quebras de sigilos, na operação que investiga esquemas de sonegação e fraudes contra a Receita Federal.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247