Jorge Viana: não é justo o que estão fazendo com a democracia

O senador Jorge Viana (PT-AC) afirmou nesta quarta (11) que o país vive uma situação de anormalidade institucional e que o pedido de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, equivale a um golpe de Estado; ao se manifestar contra a abertura do processo na sessão que examina sua admissibilidade, Jorge Viana apelou ao Senado por uma atitude que, a seu ver, esteja à altura dos seus 190 anos de história

O senador Jorge Viana (PT-AC) afirmou nesta quarta (11) que o país vive uma situação de anormalidade institucional e que o pedido de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, equivale a um golpe de Estado; ao se manifestar contra a abertura do processo na sessão que examina sua admissibilidade, Jorge Viana apelou ao Senado por uma atitude que, a seu ver, esteja à altura dos seus 190 anos de história
O senador Jorge Viana (PT-AC) afirmou nesta quarta (11) que o país vive uma situação de anormalidade institucional e que o pedido de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, equivale a um golpe de Estado; ao se manifestar contra a abertura do processo na sessão que examina sua admissibilidade, Jorge Viana apelou ao Senado por uma atitude que, a seu ver, esteja à altura dos seus 190 anos de história (Foto: Valter Lima)


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Agência Senado - O senador Jorge Viana (PT-AC) afirmou em Plenário, nesta quarta-feira (11), que o país vive uma situação de anormalidade institucional e que o pedido de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, equivale a uma golpe de Estado. Ao se manifestar contra a abertura do processo na sessão que examina sua admissibilidade, Jorge Viana apelou ao Senado por uma atitude que, a seu ver, esteja à altura dos seus 190 anos de história.

— Não é justo fazer o que estão tentando fazer com a democracia brasileira. Não é justo porque não estão cassando a presidenta Dilma, estão cassando a soberania do voto popular.

Com o afastamento da presidente, afirmou Viana, o governo que vier, do vice-presidente Michel Temer, será “ilegítimo” e não governará. Salientou que estão fazendo uma rampa aos fundos do Palácio do Planalto, a única que poderá ser usada pelo sucessor, “porque a da frente é para os eleitos”. Jorge Viana também atribuiu a queda de Dilma a Eduardo Cunha, que acolheu o processo de impeachment. Acusado de corrupção, Cunha foi afastado da presidência da Câmara dos Deputados pelo Supremo Tribunal Federal.

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Jorge Viana também enalteceu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu governo. O senador criticou o PSDB e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. E afirmou que, o PT, ao sair do poder com o afastamento de Dilma, entregará um país melhor do que recebeu há 13 anos.

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