Janot: Cunha usa Câmara e deputados como 'escudo'

Em ofício à Câmara, o procurador-geral da República classificou de "levianas" as declarações do presidente da Casa de que uma diligência feita pela Procuradoria no sistema de informática da Casa permitiu o acesso a informações de todos os 513 deputados; "A leviandade da declaração reside no fato de que tenta usar como escudo a instituição da Câmara dos Deputados –e, pela via da desinformação, seu pares– para atacar o Ministério Público Federal, embora a crítica à diligência seja de interesse exclusivo para a defesa do deputado Eduardo Cunha", escreveu Janot

Em ofício à Câmara, o procurador-geral da República classificou de "levianas" as declarações do presidente da Casa de que uma diligência feita pela Procuradoria no sistema de informática da Casa permitiu o acesso a informações de todos os 513 deputados; "A leviandade da declaração reside no fato de que tenta usar como escudo a instituição da Câmara dos Deputados –e, pela via da desinformação, seu pares– para atacar o Ministério Público Federal, embora a crítica à diligência seja de interesse exclusivo para a defesa do deputado Eduardo Cunha", escreveu Janot
Em ofício à Câmara, o procurador-geral da República classificou de "levianas" as declarações do presidente da Casa de que uma diligência feita pela Procuradoria no sistema de informática da Casa permitiu o acesso a informações de todos os 513 deputados; "A leviandade da declaração reside no fato de que tenta usar como escudo a instituição da Câmara dos Deputados –e, pela via da desinformação, seu pares– para atacar o Ministério Público Federal, embora a crítica à diligência seja de interesse exclusivo para a defesa do deputado Eduardo Cunha", escreveu Janot (Foto: Aquiles Lins)


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Brasília 247 - Em ofício à Câmara dos Deputados, endereçado ao deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que Eduardo Cunha (PMDB-RJ) tenta usar a Câmara e os parlamentares "como escudo".

Janot ainda classificou de "levianas" as declarações de que uma diligência feita pela Procuradoria no sistema de informática da Casa permitiu o acesso a informações de todos os 513 deputados.

"A leviandade da declaração reside no fato de que tenta usar como escudo a instituição da Câmara dos Deputados –e, pela via da desinformação, seu pares– para atacar o Ministério Público Federal, embora a crítica à diligência seja de interesse exclusivo para a defesa do deputado Eduardo Cunha", escreveu Janot no documento, cujos trechos foram divulgados pela Folha.

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A avaliação de parlamentares é que Cunha fez essas afirmações para obter a solidariedade dos deputados contra a ação da Procuradoria na Câmara.

"A afirmação do deputado Eduardo Cunha, conforme reproduzida no ofício de Vossa Excelência, é inverídica e, no mínimo, leviana", rebateu Janot. O procurador-geral já havia dito, em uma ocasião anterior, que Cunha usou a AGU (Advocacia-Geral da União) em prol de seu interesse pessoal.

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