Izabella Teixeira segue na pasta de Meio Ambiente
A ministra Izabella Teixeira, que coordena as ações do Ministério do Meio Ambiente (MMA) desde 2010, continuará como ministra da pasta; o anúncio foi feito há pouco, por meio de nota, pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República; Izabella Teixeira, de 53 anos, é formada em biologia pela Universidade de Brasília, cidade onde nasceu; ela também é mestra em planejamento energético, doutora em planejamento ambiental pela UFRJ e professora universitária
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Helena Martins - Repórter da Agência Brasil
A ministra Izabella Teixeira, que coordena as ações do Ministério do Meio Ambiente (MMA) desde 2010, continuará como ministra da pasta. O anúncio foi feito há pouco, por meio de nota, pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República.
Izabella Teixeira, de 53 anos, é formada em biologia pela Universidade de Brasília, cidade onde nasceu. Ela também é mestra em planejamento energético, doutora em planejamento ambiental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professora universitária.
Em seu currículo, destaca atuação nas áreas de avaliação ambiental estratégica, exploração e produção de petróleo, gás natural e planejamento. Além disso, afirma, em seu currículo, ter perfil gerencial e executivo com experiência internacional.
Funcionária de carreira do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Izabella foi subsecretária da Secretaria do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, entre 2007 e 2008, e secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente de 2008 a 2010, durante a gestão de Carlos Minc.
Durante sua gestão no ministério, ocorreu a aprovação do Novo Código Florestal e a construção da Usina de Belo Monte, ações que foram duramente criticadas por organizações ambientalistas. Por outro lado, o país registrou as menores taxas de desmatamento da Amazônia Legal.
Na sua gestão no MMA, também foi organizada a Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que terminou com carta considerada avançada em relação à proteção da biodiversidade, mas com recúo do ponto de vista do comprometimento de recursos dos países mais ricos para o desenvolvimento de ações.
As discussões sobre a responsabilização desses países e o papel do Brasil em relação à proteção ambiental devem estar na agenda do ministério no ano que vem, quando ocorrerá a 21ª Conferência do Clima (COP 21), em Paris. No encontro, será debatido um novo acordo global climático, que deverá substituir o Protocolo de Quioto, a partir de 2020.
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