IBGE: Brasília registra o maior IPCA em janeiro

De todas as 13 cidades analisadas, Brasília apresentou o maior índice oficial de inflação em janeiro: de 0,72%, de acordo com dados divulgados pelo IBGE; instituto informou que o aumento foi puxado principalmente pelo reajuste das passagens de ônibus - as tarifas passaram de R$ 2,25 para R$ 2,50 nas linhas circulares e alimentadoras do BRT (aumento de 11%); R$ 3 para R$ 3,50 (alta 16%) em linhas metropolitanas "curtas"; e de R$ 4 para R$ 5 (acréscimo de 25%) no restante das linhas, além do metrô

De todas as 13 cidades analisadas, Brasília apresentou o maior índice oficial de inflação em janeiro: de 0,72%, de acordo com dados divulgados pelo IBGE; instituto informou que o aumento foi puxado principalmente pelo reajuste das passagens de ônibus - as tarifas passaram de R$ 2,25 para R$ 2,50 nas linhas circulares e alimentadoras do BRT (aumento de 11%); R$ 3 para R$ 3,50 (alta 16%) em linhas metropolitanas "curtas"; e de R$ 4 para R$ 5 (acréscimo de 25%) no restante das linhas, além do metrô
De todas as 13 cidades analisadas, Brasília apresentou o maior índice oficial de inflação em janeiro: de 0,72%, de acordo com dados divulgados pelo IBGE; instituto informou que o aumento foi puxado principalmente pelo reajuste das passagens de ônibus - as tarifas passaram de R$ 2,25 para R$ 2,50 nas linhas circulares e alimentadoras do BRT (aumento de 11%); R$ 3 para R$ 3,50 (alta 16%) em linhas metropolitanas "curtas"; e de R$ 4 para R$ 5 (acréscimo de 25%) no restante das linhas, além do metrô (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - De todas as 13 cidades analisadas, Brasília apresentou o maior índice oficial de inflação em janeiro: de 0,72%, de acordo com dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (8). O instituto informou que o aumento foi puxado principalmente pelo reajuste das passagens de ônibus - as tarifas passaram de R$ 2,25 para R$ 2,50 nas linhas circulares e alimentadoras do BRT (aumento de 11%); R$ 3 para R$ 3,50 (alta 16%) em linhas metropolitanas "curtas"; e de R$ 4 para R$ 5 (acréscimo de 25%) no restante das linhas, além do metrô. 

A capital federal também apresentou alta nas categorias comunicação (0,90%), alimentos e bebidas (0,77%), educação (0,46%), despesas pessoais (0,45%), saúde e cuidados pessoais (0,29%) e habitação (0,09%). O item transportes que engloba combustível, passagens aéreas e ônibus urbanos teve alta de 2,18%.

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No critério alimentação, os maiores aumentos foram nos itens sal e condimentos (3,64%), carnes e peixes (2,73%), hortaliças (2,67%), e bebidas e infusões (2%). Para Educação, as altas ficaram nos itens leitura 1,95% e papelaria 2,43%.

Na habitação a alta de 0,09% foi consequência, principalmente, do aumento nos artigos de limpeza (1,04%), reparos (0,41%) e aluguel (0,13%). Em artigos de residência a alta foi puxada por cama, mesa e banho (1,6%) e consertos e manutenção (2,12%).

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O transporte público teve acréscimo de 4,17%, veículos próprio, 0,06%, e combustíveis para veículos, 3,47%. Em saúde e cuidados pessoais as subidas ficaram nos itens serviços laboratoriais (1,41%) e planos de saúde (1,07%).

Para gastos pessoais, as maiores foram em fotografia e filmagem 1,94%, e em recreação 0,88%. 

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