Hospitais remarcarão consultas e cirurgias

Hospitais da rede pública do Distrito Federal fazem um esforço concentrado para remarcar consultas e cirurgias eletivas prejudicadas durante a greve dos médicos; as unidades entrarão em contato com os pacientes para acertar as novas datas

Hospitais da rede pública do Distrito Federal fazem um esforço concentrado para remarcar consultas e cirurgias eletivas prejudicadas durante a greve dos médicos; as unidades entrarão em contato com os pacientes para acertar as novas datas
Hospitais da rede pública do Distrito Federal fazem um esforço concentrado para remarcar consultas e cirurgias eletivas prejudicadas durante a greve dos médicos; as unidades entrarão em contato com os pacientes para acertar as novas datas (Foto: Leonardo Lucena)


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Paloma Suertegaray, da Agência Brasília - Hospitais da rede pública do Distrito Federal farão um esforço concentrado a partir desta sexta-feira (13) para remarcar consultas e cirurgias eletivas prejudicadas durante a greve dos médicos, encerrada no fim da noite de quinta-feira (12). As unidades entrarão em contato com os pacientes para acertar as novas datas.

Com o fim da paralisação, os ambulatórios voltaram a funcionar. As emergências não tiveram os serviços interrompidos. No Hospital de Base, os atendimentos de radiologia e de quimioterapia do ambulatório também voltaram a ser feitos.

Nas unidades de pronto-atendimento (UPAs), o serviço está normal, assim como nos centros de saúde e nas farmácias dos postos de saúde.

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) não foi prejudicado pela greve, apesar da adesão de alguns servidores do setor administrativo. As farmácias de alto custo operam regularmente.

Negociações
Os profissionais decidiram voltar ao trabalho no fim da noite de quinta-feira (12), em assembleia na sede do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal, mesmo tendo rejeitado a proposta do governo de Brasília.

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O documento encaminhado pelo Executivo ratifica o compromisso de pagar a última parcela do reajuste salarial a partir de outubro do ano que vem. O cumprimento depende da aprovação de 11 projetos para incrementar a receita que tramitam na Câmara Legislativa. O governo também se comprometeu a criar um grupo de trabalho para estudar alternativas de aumento da arrecadação que permitam o pagamento retroativo a partir de 2017.

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