Hélio Doyle: não houve violência em desocupações de Brasília
Jornalista diz que "são injustas" as críticas à PM de Brasília, uma vez que "nenhum estudante foi preso nem há notícias de violências físicas na desocupação das escolas em Brasília", ao contrário do que determinou, em uma decisão polêmica e de repercussão nacional, o juiz Alex Costa de Oliveira para retirar os ocupantes; ele lembra que "as primeiras ordens de desocupação foram emitidas há uma semana", e que "a determinação de Rollemberg era a de executar as decisões judiciais, mas com todo cuidado para que não houvesse violência"
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247 - Em sua coluna desta sexta-feira 4 no Jornal de Brasília, Hélio Doyle ressalta que as desocupações das escolas na capital federal ocorreram sem violência e nenhuma prisão de estudante. Por isso, para o jornalista, "são injustas" às críticas à PM de Brasília, que não pode ser comparada, segundo ele, às PMs de São Paulo, Paraná ou Goiás.
"Nenhum estudante foi preso nem há notícias de violências físicas na desocupação das escolas em Brasília. Não foi preciso executar nenhuma das ações extremadas determinadas pelo juiz Alex Costa de Oliveira para retirar os ocupantes", escreve Doyle, lembrando da decisão polêmica do magistrado de autorizar práticas de tortura para a desocupação de uma escola, o que deu repercussão nacional.
O colunista destaca ainda que o "as primeiras ordens de desocupação foram emitidas há uma semana", mas que as autoridades chegaram a ser acusadas de improbidade administrativa por não cumpri-las com pressa, pois a "a determinação de Rollemberg era a de executar as decisões judiciais, mas com todo cuidado para que não houvesse violência".
Ele lembra também o pedido da ditadura e diz que "a forma de luta (da ocupação de escolas) é a mesma, mas o momento político e as circunstâncias são muito diferentes. Não tem o menor sentido comparar as reações contrárias naquela época às de agora e muito menos comparar a ação policial com a repressão da ditadura".
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