Greve nos ônibus faz GDF lançar plano emergencial
Com objetivo de minimizar o impacto sofrido pela população durante as greves do setor rodoviário, a Secretaria de Estado de Mobilidade concluiu a redação de uma portaria que permitirá o remanejamento emergencial de veículos das operadoras que atuam nas cinco bacias de ônibus de Brasília; segundo o texto, que institui o Plano de Ação Emergencial do Sistema de Transporte Público Coletivo, as empresas serão obrigadas a deslocar os veículos para outras bacias, quando solicitadas, até o limite de 25% da frota, e serão remuneradas conforme os respectivos contratos de concessão
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Étore Medeiros, da Agência Brasília - A fim de minimizar o impacto sofrido pela população durante as greves do setor rodoviário, a Secretaria de Estado de Mobilidade concluiu nesta quinta-feira (22) a redação de uma portaria que permitirá o remanejamento emergencial de veículos das operadoras que atuam nas cinco bacias de ônibus de Brasília. Assim, em caso de paralisação em uma bacia, a frota poderá ser reforçada por ônibus das outras quatro. O texto, que institui o Plano de Ação Emergencial do Sistema de Transporte Público Coletivo, será publicado na edição de amanhã do Diário Oficial do Distrito Federal.
"Hoje, uma empresa só pode operar na sua bacia. Agora, em casos de emergência, permitiremos que uma operadora atue também na bacia da outra", resume o secretário de Mobilidade, Carlos Henrique Tomé. De acordo com o texto, as empresas serão obrigadas a deslocar os veículos para outras bacias, quando solicitadas, até o limite de 25% da frota, e serão remuneradas conforme os respectivos contratos de concessão.
Brazlândia
Já nesta sexta-feira, a portaria será testada em Brazlândia. Serão colocados em circulação 20 ônibus de empresas que não atuam originalmente na região administrativa. Eles vão substituir os da cooperativa Alternativa, parados desde 7 de janeiro. Os veículos percorrerão as chamadas linhas longas, entre Brazlândia e o Plano Piloto.
O novo dispositivo legal poderá ser aplicado em situações semelhantes nas demais regiões administrativas, quando necessário. "Estamos abertos ao diálogo [com grevistas]. O que não podemos permitir é que a população fique desassistida", explica Tomé.
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