Greve dos rodoviários chega a 11 regiões no DF
Chega a 11 dias a paralisação, que agora conta com a adesão de motoristas e cobradores das empresas Cootarde e Alternativa, que também relatam atraso no pagamento dos salários; GDF deve R$ 800 mil para cada uma das cooperativas e ainda R$ 12 milhões à viação Pioneira; a estimativa dada pelo DFTrans é de que a situação seja resolvida ainda hoje (11), embora não haja previsão para que as dívidas sejam quitadas
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Brasília 247 - Chega a 11 dias a paralisação dos rodoviários no Distrito Federal. Com a adesão de motoristas e cobradores das empresas Cootarde e Alternativa, que também relatam atraso no pagamento dos salários, a greve atinge pelo menos 11 regiões. A paralisação começou entre os trabalhadores da Pioneira na última quinta-feira (6), contra o atraso de salário e tíquete-alimentação. Há reclamações também sobre o benefício do plano de saúde.
Segundo o diretor do DFTrans, Jair Tedeschi, o GDF deve R$ 800 mil para cada uma das cooperativas e ainda R$ 12 milhões à Pioneira. O órgão afirma que nesta segunda repassou R$ 3 milhões à viação e que teria pago também à Cootarde o valor de R$ 73 mil.
A estimativa dada pelo DFTrans é de que a situação seja resolvida ainda hoje (11), embora não haja previsão para que as dívidas sejam quitadas. "Estamos aguardando novos repasses. Precisamos de orçamento e financeiro para quitar as dívidas", afirmou Tedeschi.
Para o Sindicato dos Rodoviários do DF, o pagamento de parte da dívida não garante que os rodoviários voltarão imediatamente ao trabalho.
A paralisação atinge moradores das regiões de Gama, Santa Maria, São Sebastião, Itapoã, Paranoá, Lago Sul, Jardim Botânico, Candangolância, Park Way, Samambaia e Brazlândia
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