Greve dos metroviários completa um mês no DF

A categoria pede a reposição da inflação anual na data base (9%) e convocação de aprovados em concurso público; de acordo com o sindicato da categoria, há déficit de cerca de 800 funcionários; o quadro atualmente tem 1,2 mil servidores; o salário inicial de um agente de segurança da empresa é de R$ 2,9 mil, o mais baixo da empresa; o maior salário inicial é o de engenheiro – R$ 6 mil

A categoria pede a reposição da inflação anual na data base (9%) e convocação de aprovados em concurso público; de acordo com o sindicato da categoria, há déficit de cerca de 800 funcionários; o quadro atualmente tem 1,2 mil servidores; o salário inicial de um agente de segurança da empresa é de R$ 2,9 mil, o mais baixo da empresa; o maior salário inicial é o de engenheiro – R$ 6 mil
A categoria pede a reposição da inflação anual na data base (9%) e convocação de aprovados em concurso público; de acordo com o sindicato da categoria, há déficit de cerca de 800 funcionários; o quadro atualmente tem 1,2 mil servidores; o salário inicial de um agente de segurança da empresa é de R$ 2,9 mil, o mais baixo da empresa; o maior salário inicial é o de engenheiro – R$ 6 mil (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Metroviários completam nesta quinta-feira (14) um mês de greve no Distrito Federal. A categoria pede a reposição da inflação anual na data base (9%) e convocação de aprovados em concurso público. De acordo com o sindicato da categoria, há déficit de cerca de 800 funcionários. O quadro atualmente tem 1,2 mil servidores. O salário inicial de um agente de segurança da empresa é de R$ 2,9 mil, o mais baixo da empresa. O maior salário inicial é o de engenheiro – R$ 6 mil. Em dias normais, o serviço atende diariamente 170 mil pessoas, entre 6h e 23h30 de segunda a sábado e 7h às 19h aos domingos e feriados.

O sindicato informou que há 900 aprovados em concurso aguardando convocação. "A gente tem falta de empregados em todas as áreas, operacionais e técnicas", disse o presidente da entidade, Ronaldo Amorim.

O Metrô afirmou, segundo o G1, que não pode permitir reajuste salarial. "A empresa lamenta os transtornos causados com a paralisação e explica que o governo de Brasília está impedido de reajustar os salários e de contratar os aprovados no último concurso em razão do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)".

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A greve foi considerada legal pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Com a paralisação, o serviço funciona apenas nos horários de pico: das 6h às 9h e das 17h às 20h30. Todas as faixas exclusivas de ônibus, com exceção da do BRT, seguem liberadas para outros veículos.

 

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