Greve da polícia deixa delegações olímpicas sem segurança no DF
Polícia Civil do Distrito Federal entrou em greve por 48h para pressionar o governo por um aumento salarial de 37%; paralisação, iniciada nesta quinta-feira, fez com que os agentes abandonassem a segurança das delegações de atletas que estão em Brasília para disputar a Olimpíada; seleção de futebol masculino, que está na capital, não foi afetada, pois recebe segurança da Polícia Militar; Justiça declarou a ilegalidade da paralisação e estabeleceu uma multa diária de R$ 200 mil à categoria caso a greve seja mantida
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247 - A Polícia Civil do Distrito Federal entrou em greve por 48h como forma de pressionar o governo por um aumento salarial de 37%. A paralisação, iniciada nesta quinta-feira (4), fez com que os agentes abandonassem a segurança das delegações de atletas que estão em Brasília para disputar a Olimpíada. A segurança foi reforçada por meio de uma operação de urgência realizada pela Polícia Militar.
A segurança da seleção olímpica do Brasil não foi afetada pela greve pelo fato de a Polícia Militar ter sido destacada desde o início para fazer a guarda dos atletas. A seleção brasileira, que está hospedada em um hotel, fará o jogo de estreia contra a África do Sul, no Estádio Mané Garrinha, às 16h. Já as delegações da Dinamarca, Iraque e África do Sul tiveram a segurança reforçada pela PM do Distrito Federal após deflagração da paralisação dos policiais civis.
A Justiça declarou a ilegalidade da paralisação e estabeleceu uma multa diária de R$ 200 mil á categoria caso a greve seja mantida. "A segurança pública, definitivamente, é um dos pontos mais sensíveis deste evento, em face dos recentes e cada vez mais recorrentes atentados de natureza terrorista acontecidos em vários países do mundo", justificou o desembargador Sebastião Coelho em sua decisão. Está prevista a realização de um antes da realização dos jogos desta quinta-feira.
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