Governo Rollemberg é aprovado por 27,5%

Levantamento do instituto Paraná Pesquisas apontou que 68,5% dos eleitores do Distrito Federal desaprovam a gestão do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e 27,5% aprovam; para 32,7% do eleitorado, Joaquim Roriz foi o melhor governador que DF já teve, e 25,7% dizem ter sido José Roberto Arruda; ambos estiveram envolvidos na Operação Aquarela, por uso do Banco de Brasília (BRB) para desvios de verba, e no 'mensalão' do DEM, respectivamente

Levantamento do instituto Paraná Pesquisas apontou que 68,5% dos eleitores do Distrito Federal desaprovam a gestão do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e 27,5% aprovam; para 32,7% do eleitorado, Joaquim Roriz foi o melhor governador que DF já teve, e 25,7% dizem ter sido José Roberto Arruda; ambos estiveram envolvidos na Operação Aquarela, por uso do Banco de Brasília (BRB) para desvios de verba, e no 'mensalão' do DEM, respectivamente
Levantamento do instituto Paraná Pesquisas apontou que 68,5% dos eleitores do Distrito Federal desaprovam a gestão do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e 27,5% aprovam; para 32,7% do eleitorado, Joaquim Roriz foi o melhor governador que DF já teve, e 25,7% dizem ter sido José Roberto Arruda; ambos estiveram envolvidos na Operação Aquarela, por uso do Banco de Brasília (BRB) para desvios de verba, e no 'mensalão' do DEM, respectivamente (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 – Um levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas apontou que 68,5% dos eleitores do Distrito Federal desaprovam o governo Rodrigo Rollemberg (PSB);  e 4,0% não sabem/não opinaram.

Para 51,4% dos entrevistados, a gestão atual está pior do que as expectativas iniciais; 9,2% dizem estar melhor, 36,3% afirmam está igual, e não sabem, 3,1%.

Questionados sobre quais são os principais problemas do Distrito Federal, 62,2% dos eleitores apontaram a Saúde, 14,7% a segurança pública; 4,6%, a corrupção, 4,6%, a educação; 3,4% o desemprego; 2,4%, o transporte, e 1,7% as drogas. Outras citações somaram 5%.

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Os entrevistados também responderam quais áreas o governador Rodrigo Rollemberg tem priorizado. Para 14,7% é a regularização fundiária, 14,0% dizem que é a segurança pública, 9,1% afirmam ser a manutenção de ruas e calçadas, 8,5%, o transporte coletivo; 6,1%, a saúde; 5,7%, a educação; 4,0% área social/creches; 2,2%, combate à corrupção. Outras citações somaram 4,6%.

Para 32,7% do eleitorado, Joaquim Roriz foi o melhor governador que DF já teve; 25,7% dizem ter sido José Roberto Arruda; 18,6%, o atual senador Cristovam Buarque; 4,3%, Rodrigo Rollemberg; 3,5%, Agnelo Queiroz, 1,2% Rogério Rosso, 1,1%, Maria de Lourdes Abadia; 0,6% Paulo Octávio.

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Roriz e a Operação Aquarela

Curiosamente, os dois eleitores os melhores governador, Roriz e Arruda, na primeira e na segunda colocação, respectivamente, estiveram envolvidos em dois escândalos de projeção nacional. Em 2006, Roriz elegeu-se senador, mas renunciou porque foi alvo da Operação Aquarela.

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Ele era acusado de utilizar o Banco de Brasília (BRB) para desviar recursos de contratos públicos e atender a interesses privados. Dentre algumas das irregularidades estava a dispensa ilegal de processo licitatório. Na época, o banco era presidido por Tarcísio Franklim, que foi preso, mas, em 2012, foi absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) à condenação de 12 anos de reclusão.

Outra ação envolvendo Roriz, também no âmbito daquela operação, foi a repactuação de uma dívida da empresa WRJ Engenharia, autorizada pelo banco. O débito era consequência de um empréstimo para a construção do Edifício Monet, em Águas Claras. Segundo a operação, Roriz mais três filhas - a deputada federal Jaqueline Roriz (PRTB), a distrital Liliane Roriz (PRTB) e Weslliane Roriz, além do seu neto Rodrigo Domingos Roriz, teriam recebido 12 apartamentos, em troca da repactuação da dívida. Roriz só poderá voltar à carreira política em 2023, aos 87 anos.

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Arruda e o 'mensalão do DEM'

Em 2009, a Polícia Federal deflagrou a Operação Caixa de Pandora, que desmantelou o esquema conhecido como 'mensalão do DEM'. Tratava-se de compra de apoio parlamentar na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Segundo o ex-policial e delator do esquema, Durval Barbosa, Jaqueline Roriz, filha de Joaquim Roriz, e o seu marido, Manoel Neto, receberam propina de R$ 50 mil e, em troca, apoiaram, em 2006, a candidatura de Arruda, pelo DEM, ao GDF.

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Em consequência da operação, Arruda ficou atrás das grades de fevereiro a abril de 2010 – foi o primeiro governador a ficar preso na história do País. No entanto, a denúncia contra ele foi remetida à primeira instância e pode não haver tempo suficiente para Arruda ser considerado pela Justiça Eleitoral como "ficha-suja".

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