Governo Bolsonaro orienta depoimentos de assessores na CPI das Fake News

A lista dos que foram chamados inclui pessoas que trabalharam na comunicação da campanha de 2018 e atualmente ocupam cargos no Palácio do Planalto, como integrantes do chamado "gabinete do ódio"

(Foto: ADRIANO MACHADO - REUTERS)


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247 - Na tentativa de reduzir mais desgastes, o governo Jair Bolsonaro avalia recorrer ao Judiciário para que seis assessores tenham o direito de ficar em silência na CPI mistra das fake news. O ocupante do Planalto procurou alguns auxiliares para dar orientações. A lista dos que foram chamados inclui pessoas que trabalharam na comunicação da campanha de 2018 e atualmente ocupam cargos no Palácio do Planalto, como integrantes do chamado "gabinete do ódio". 

A expressão é usada internamente no governo para se referir ao núcleo formado pelos assessores especiais da Presidência Tércio Arnaud Tomaz e José Matheus Sales Gomes, além de Mateus Diniz, lotado na Secretaria de Imprensa. Os três são ligados ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente.  

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As atenções para as fake news aumentaram após nas eleições do ano passado, quando houve uma campanha ilegal contra o então presidenciável Fernando Haddad (PT) financiada por empresas para divulgar notícias falsas no WhatsApp. O objetivo era prejudicar Haddad e favorecer Bolsonaro, conforme denunciou uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A matéria apontou, ainda, que cada contrato chega a R$ 12 milhões.


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