Gilmar Mendes: Maranhão não dispõe do poder de anular sessão

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes classificou de "Operação Tabajara" a decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que anulou a sessão do impeachment da presidente Dilma Rousseff; "Não vejo nenhum sentido nessa decisão. Ele não dispõe desse poder. Imaginem que presidentes dos poderes comecem a agir desta forma", afirmou; ele disse que essa ação mostra o "desespero" do governo

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes classificou de "Operação Tabajara" a decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que anulou a sessão do impeachment da presidente Dilma Rousseff; "Não vejo nenhum sentido nessa decisão. Ele não dispõe desse poder. Imaginem que presidentes dos poderes comecem a agir desta forma", afirmou; ele disse que essa ação mostra o "desespero" do governo
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes classificou de "Operação Tabajara" a decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que anulou a sessão do impeachment da presidente Dilma Rousseff; "Não vejo nenhum sentido nessa decisão. Ele não dispõe desse poder. Imaginem que presidentes dos poderes comecem a agir desta forma", afirmou; ele disse que essa ação mostra o "desespero" do governo (Foto: Valter Lima)


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247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes classificou de "Operação Tabajara" a decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que anulou a sessão do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"Não vejo nenhum sentido nessa decisão. Ele não dispõe desse poder. Imaginem que presidentes dos poderes comecem a agir desta forma", afirmou.

"Isso é uma verdadeira Operação Tabajara, um ato circense. É admirável que pessoas alfabetizadas se prestem a esse papel. Qualquer pessoa que tenha passado pelo jardim de infância do direito sabe que isso não é possível", completou.

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Mendes disse que essa ação mostra o "desespero" do governo Dilma para tentar se manter. "É de supor que perderam a total compostura. É tudo muito lamentável, estão nos deixando uma miséria econômica, moral, institucional e deveriam preservar o nível jurídico. Bolivarianismo é pouco", disparou.

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