GDF vai à Justiça para contratar professores

Governo do Distrito Federal pedirá na Justiça a autorização para contratar professores temporários por estar proibido de empregar servidores até 31 de maio, pois atingiu o limite prudencial estabelecido pela LRF no último quadrimestre; a gestão anterior, de Agnelo Queiroz, deveria ter até 46,55% do orçamento comprometido com pagamento de pessoal, mas chegou a 46,93%, segundo o atual GDF; caso a solicitação do GDF não seja autorizada, 30% dos 470 mil matriculados serão prejudicados

Governo do Distrito Federal pedirá na Justiça a autorização para contratar professores temporários por estar proibido de empregar servidores até 31 de maio, pois atingiu o limite prudencial estabelecido pela LRF no último quadrimestre; a gestão anterior, de Agnelo Queiroz, deveria ter até 46,55% do orçamento comprometido com pagamento de pessoal, mas chegou a 46,93%, segundo o atual GDF; caso a solicitação do GDF não seja autorizada, 30% dos 470 mil matriculados serão prejudicados
Governo do Distrito Federal pedirá na Justiça a autorização para contratar professores temporários por estar proibido de empregar servidores até 31 de maio, pois atingiu o limite prudencial estabelecido pela LRF no último quadrimestre; a gestão anterior, de Agnelo Queiroz, deveria ter até 46,55% do orçamento comprometido com pagamento de pessoal, mas chegou a 46,93%, segundo o atual GDF; caso a solicitação do GDF não seja autorizada, 30% dos 470 mil matriculados serão prejudicados (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O Governo do Distrito Federal pedirá na Justiça a autorização para contratar professores temporários por estar proibido de empregar servidores até 31 de maio, pois atingiu o limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no último quadrimestre. A gestão anterior, de Agnelo Queiroz, deveria ter até 46,55% do orçamento comprometido com pagamento de pessoal, mas chegou a 46,93%, conforme dados do atual governo.

A Secretaria de Educação solicita nesta segunda-feira (2) à Procuradoria-Geral do DF que peça ao Judiciário uma exceção para não deixar os alunos da rede pública de ensino 120 dias sem a substituição de professores em licenças prêmio e maternidade, com atestados médicos e em outros afastamentos.

De acordo com o Sindicato dos Professores do DF, é necessário ter no banco pelo menos 3,5 mil docentes com a possibilidade de cobrir os afastamentos. Caso a solicitação do GDF não seja autorizada, 30% dos 470 mil matriculados serão prejudicados.

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O artigo 22 da LRF afirma que, se a despesa total com pessoal excede o limite, são vedados provimento de cargo público, admissão ou contratação. Ficam garantidas apenas as reposições consequentes de aposentadoria ou falecimento de servidores das áreas de educação, saúde e segurança.

O secretário de Educação do DF, Júlio Gregório, garante que as aposentadorias estão sendo repostas. Mas no banco de concursados efetivos não existem profissionais para lecionar todas as matérias.

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"As carências definitivas são para os concursados, mas quando não temos no banco ainda podemos convocar os temporários para essas vagas. O problema é com relação aos atestados de acidentes e doença, esses que não temos como prever. Cada escola tem uma carência e precisamos dessa reserva para que os alunos não tenham prejuízo", afirmou o dirigente ao Correio Brasiliense.

Conforme série histórica analisada pela secretaria, a necessidade por temporários pode chegar a 6,5 mil contratos. "Não vamos chamar todos de uma vez, isso não existe. É como se fosse um banco de reservas. Se temos uma baixa, convocamos outro professor. Não é um batalhão de uma só vez", disse Gregório. Serão chamados os temporários aprovados em concurso público realizado no ano passado.

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