GDF vai à Justiça contra paralisação na Saúde
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou, em nota, que pediu à Procuradoria-geral do DF que o órgão peça à Justiça o fim da greve na área; “Para que a população não fique prejudicada, a pasta solicitou, ainda que, caso não seja acatado o pedido de finalização da greve, a procuradoria determine que 70% do efetivo volte ao trabalho para que as unidades de saúde tenham pessoal suficiente para a prestação deste serviço público”, diz o texto
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Brasília 247 – A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou, em nota, que, nesta terça-feira (13), pediu à Procuradoria-geral do DF que o órgão peça à Justiça o fim da paralisação na área.
“Para que a população não fique prejudicada, a pasta solicitou, ainda que, caso não seja acatado o pedido de finalização da greve, a procuradoria determine que 70% do efetivo volte ao trabalho para que as unidades de saúde tenham pessoal suficiente para a prestação deste serviço público”, diz o texto.
Os servidores receberam, no último sábado (10), os salários relativos ao mês de dezembro, que deveriam ter sido pagos até a última quinta (8). O GDF diz ter repassado R$ 409,44 milhões, dinheiro proveniente do Fundo Constitucional depositado pela União. O Sindsaúde confirmou o depósito, mas continua cobrando o pagamento de outras parcelas atrasadas.
A categoria também pede que o GDF apresente uma proposta de calendário para os salários e benefícios devidos. Funcionários de hospitais da cidade trabalharam com efetivo reduzido, e centros de saúde e farmárcias subsidiadas pelo GDF não abriram as portas.
O chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, disse ao Correio que as greves são contra a população. “Greve se faz para pressionar o patrão a atender às reivindicações, mas o Estado não é o patrão: o patrão é a população. É uma atitude ilógica que se volta contra o povo, e o povo não tem culpa. Eles deveriam ter demonstrado a mesma disposição para as paralisações no governo anterior”, afirmou.
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