GDF tenta remanejar verbas de saúde para pagar fornecedores

Segundo um levantamento feito por técnicos, a saúde no Distrito Federal tem um rombo estimado em R$ 150 milhões; para cicatrizar essa ferida, a Secretaria de Saúde pretende remanejar R$ 84 milhões em convênios com o governo federal – incluindo o fomento a programas de combate e prevenção a doenças como dengue e Aids, que apresentaram indicadores ruins neste ano – para pagar dívidas com fornecedores e reabastecer a rede pública com medicamentos e materiais hospitalares

Segundo um levantamento feito por técnicos, a saúde no Distrito Federal tem um rombo estimado em R$ 150 milhões; para cicatrizar essa ferida, a Secretaria de Saúde pretende remanejar R$ 84 milhões em convênios com o governo federal – incluindo o fomento a programas de combate e prevenção a doenças como dengue e Aids, que apresentaram indicadores ruins neste ano – para pagar dívidas com fornecedores e reabastecer a rede pública com medicamentos e materiais hospitalares
Segundo um levantamento feito por técnicos, a saúde no Distrito Federal tem um rombo estimado em R$ 150 milhões; para cicatrizar essa ferida, a Secretaria de Saúde pretende remanejar R$ 84 milhões em convênios com o governo federal – incluindo o fomento a programas de combate e prevenção a doenças como dengue e Aids, que apresentaram indicadores ruins neste ano – para pagar dívidas com fornecedores e reabastecer a rede pública com medicamentos e materiais hospitalares (Foto: Leonardo Araújo)


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Brasília 247 - Segundo um levantamento feito por técnicos, a saúde no GDF tem um rombo estimado em R$ 150 milhões. Para cicatrizar essa ferida, a Secretaria de Saúde pretende remanejar R$ 84 milhões em convênios com o governo federal – incluindo o fomento a programas de combate e prevenção a doenças como dengue e Aids, que apresentaram indicadores ruins neste ano – para pagar dívidas com fornecedores e reabastecer a rede pública com medicamentos e materiais hospitalares.

O dinheiro que o GDF quer remanejar corresponde ao que não foi gasto nos últimos quatro anos com Atenção Básica, Gestão do SUS e Vigilância em Saúde, o que pressupõe, entre outros temas, campanhas de vacinação e combate à dengue, Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis.

Como informa a secretária de Saúde Marília Cunha, os recursos acumulados não seriam gastos até o final do governo e teriam de ser devolvidos ao Ministério da Saúde. Por isso, a verba vai ser usada na compra de itens que estão em falta na rede, como seringas, gaze, cânulas e antissépticos, assim como remédios de alto custo e para tratamento do câncer.

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Segundo Marília, o GDF também pediu ao ministério mais R$ 27 milhões para lidar com a demanda de hospitais até o final do ano. A justificativa é de que a rede pública do DF fez mais cirurgias e atendimentos do que foi previsto quando houve o repasse da verba federal.

O Ministério Público dará aval ao remanejamento mas vai entrar com ação por improbidade administrativa contra gestores da pasta.

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