GDF: 'Movimento de Resistência deve delimitar seu tamanho'

Secretário adjunto de Relações Institucionais e Sociais do Distrito Federal, Manoel Alexandre, disse nesta sexta-feira, 18, que não haverá negociação com o Movimento de Resistência Popular enquanto ele não se regularizar; "O movimento tem de delimitar seu tamanho. O governo jamais admitirá que se perca o controle sobre isso. Qualquer solução de encaminhamento tem de ser dentro de um número delimitado de famílias", afirmou; integrantes do grupo ocupam desde segunda-feira, 14, sete dos 15 andares do Hotel Saint Peter, depois de retirados do estacionamento da Secretaria de Fazenda do DF, onde ficaram acampados por mais de dois meses

Secretário adjunto de Relações Institucionais e Sociais do Distrito Federal, Manoel Alexandre, disse nesta sexta-feira, 18, que não haverá negociação com o Movimento de Resistência Popular enquanto ele não se regularizar; "O movimento tem de delimitar seu tamanho. O governo jamais admitirá que se perca o controle sobre isso. Qualquer solução de encaminhamento tem de ser dentro de um número delimitado de famílias", afirmou; integrantes do grupo ocupam desde segunda-feira, 14, sete dos 15 andares do Hotel Saint Peter, depois de retirados do estacionamento da Secretaria de Fazenda do DF, onde ficaram acampados por mais de dois meses
Secretário adjunto de Relações Institucionais e Sociais do Distrito Federal, Manoel Alexandre, disse nesta sexta-feira, 18, que não haverá negociação com o Movimento de Resistência Popular enquanto ele não se regularizar; "O movimento tem de delimitar seu tamanho. O governo jamais admitirá que se perca o controle sobre isso. Qualquer solução de encaminhamento tem de ser dentro de um número delimitado de famílias", afirmou; integrantes do grupo ocupam desde segunda-feira, 14, sete dos 15 andares do Hotel Saint Peter, depois de retirados do estacionamento da Secretaria de Fazenda do DF, onde ficaram acampados por mais de dois meses (Foto: Aquiles Lins)


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Paula Laboissière, da Agência Brasil - O secretário adjunto de Relações Institucionais e Sociais do Distrito Federal, Manoel Alexandre, disse hoje (18) que não haverá negociação com o Movimento de Resistência Popular enquanto ele não se regularizar. Integrantes do grupo ocupam desde a madrugada de segunda-feira (14) sete dos 15 andares do Hotel Saint Peter, em Brasília, depois de retirados do estacionamento da Secretaria de Fazenda do DF, onde ficaram acampados por mais de dois meses.

"O movimento tem de delimitar seu tamanho. O governo jamais admitirá que se perca o controle sobre isso. Qualquer solução de encaminhamento tem de ser dentro de um número delimitado de famílias. Pretendemos também propor que qualquer solução seja formalizada entre governo e movimento. Não será uma solução descontrolada. Vamos firmar com eles procedimentos e um protocolo de atuação", adiantou o secretário.

Segundo Alexandre, o GDF vai tentar prorrogar ao máximo a execução da reintegração de posse, definida por meio de ordem judicial, numa tentativa de manter o andamento das negociações com os manifestantes.

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A expectativa é que até segunda-feira (21) o cadastro do grupo tenha sido feito pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional. Amanhã (19),deve ocorrer uma nova reunião entre governo e integrantes do movimento.

"Nosso grupo é de negociação, não é de decisão. A decisão tem de partir do governador e ele está muito sensível à questão", afirmou o secretário. "O governador tem cobrado insistentemente uma alternativa que seja pacífica e retome a normalidade da cidade."

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Um dos líderes do Movimento Resistência Popular, Edson Silva confirmou que a ideia do grupo é iniciar o processo de cadastramento de integrantes na próxima semana, mas garantiu que eles não pretendem desocupar o hotel até que uma solução seja encontrada.

"Nosso pedido para o governo é que ele arrume um local para as famílias. Nossa pauta é que seja um terreno provisório, mas isso não está definido ainda, até porque o governo não anda cedendo terreno para ninguém. Estamos conversando", concluiu.

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Localizado na área central de Brasília, o Hotel Saint Peter está fechado desde março, devido a uma ordem de despejo em favor do proprietário minoritário do empreendimento, Paulo Cezar Naya, irmão do falecido deputado Sérgio Naya, sob o argumento de que o inquilino, o Saint Peter Serviços de Hotelaria Ltda, não reajustou o aluguel na forma contratada.

No processo, o hotel informou que fez o pagamento integral dos aluguéis na forma contratada. A decisão da Justiça foi favorável a Paulo Cezar Naya sobre a questão do valor do aluguel.

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