GDF fará auditoria no transporte público

A Secretaria de Mobilidade pretende contratar até o fim de setembro uma consultoria externa com o objetivo de fazer uma análise detalhada nos contratos com as cinco empresas de ônibus que operam no Distrito Federal; o governo quer oferecer até o primeiro trimestre de 2017 um relatório com possíveis "vícios ou imprecisões" nos contratos; a medida segue o que recomendou a CPI dos Transportes, no relatório aprovado em abril deste ano. Documentos apontam suposta manipulação na licitação do transporte coletivo do Distrito Federal. Não há previsão de quanto custará a contratação da consultoria; a previsão é de que o trabalho seja realizado por uma empresa internacional ou uma entidade ligada ao meio acadêmico

A Secretaria de Mobilidade pretende contratar até o fim de setembro uma consultoria externa com o objetivo de fazer uma análise detalhada nos contratos com as cinco empresas de ônibus que operam no Distrito Federal; o governo quer oferecer até o primeiro trimestre de 2017 um relatório com possíveis "vícios ou imprecisões" nos contratos; a medida segue o que recomendou a CPI dos Transportes, no relatório aprovado em abril deste ano. Documentos apontam suposta manipulação na licitação do transporte coletivo do Distrito Federal. Não há previsão de quanto custará a contratação da consultoria; a previsão é de que o trabalho seja realizado por uma empresa internacional ou uma entidade ligada ao meio acadêmico
A Secretaria de Mobilidade pretende contratar até o fim de setembro uma consultoria externa com o objetivo de fazer uma análise detalhada nos contratos com as cinco empresas de ônibus que operam no Distrito Federal; o governo quer oferecer até o primeiro trimestre de 2017 um relatório com possíveis "vícios ou imprecisões" nos contratos; a medida segue o que recomendou a CPI dos Transportes, no relatório aprovado em abril deste ano. Documentos apontam suposta manipulação na licitação do transporte coletivo do Distrito Federal. Não há previsão de quanto custará a contratação da consultoria; a previsão é de que o trabalho seja realizado por uma empresa internacional ou uma entidade ligada ao meio acadêmico (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - A Secretaria de Mobilidade pretende contratar até o fim de setembro uma consultoria externa com o objetivo de fazer uma análise detalhada nos contratos com as cinco empresas de ônibus que operam no Distrito Federal. O governo quer oferecer até o primeiro trimestre de 2017 um relatório com possíveis "vícios ou imprecisões" nos contratos. A medida segue o que recomendou a CPI dos Transportes, no relatório aprovado em abril deste ano. Documentos apontam suposta manipulação na licitação do transporte coletivo do Distrito Federal. Não há previsão de quanto custará a contratação da consultoria. A previsão é de que o trabalho seja realizado por uma empresa internacional ou uma entidade ligada ao meio acadêmico.

O secretário-adjunto de Mobilidade, Fábio Damasceno, afirmou que a auditoria será empreendida por uma empresa de consultoria independente, acompanhada por um grupo com técnicos da pasta, do DFTrans e da Controladoria do DF. "Todos os contratos vão passar por uma consultoria independente de avaliação do andamento dos contratos, desde sua origem. Desde a prestação do serviço, dos investimentos, do cálculo da tarifa, do preço dos insumos, desde a licitação, desde a proposta", disse ao G1. "É um raio X contratual para se definir o andamento do contrato daqui para a frente", complementou.

De acordo com documentos obtidos G1 na semana passada, o advogado Sacha Reck, o pai dele, Garrone Reck, servidores públicos e empresários combinavam os termos de editais de licitação antes do lançamento oficial das concorrências em vários municípios do País. O esquema investigado por promotores indica que as fraudes ocorriam em pelo menos 19 cidades de sete estados e no DF.

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Entre as irregularidades apontadas estão as suspeitas de que o advogado Sacha Reck direcionou certames para beneficiar empresas da família Gulin, do Paraná, e Constantino, com presença em Brasília. As empresas Marechal, ligada aos Gulin, e Pioneira e Piracicabana, ligadas aos Constantino, venceram licitação de 2011 para operar no Distrito Federal. As empresas negam envolvimento com irregularidades.

A Justiça determinou a anulação da licitação de transporte e deu 180 dias para que um novo sistema fosse escolhido. Como a decisão é de primeira instância, só passa a valer quando não couber mais recurso às empresas e ao governo. 

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