GDF estudará novas formas de enxugar despesas

O governo do Distrito Federal instituiu um grupo executivo responsável por estudar e propor ovas medidas com o objetivo de reduzir gastos da administração pública; a equipe, inicialmente formada pelos titulares da Casa Civil, Hélio Doyle, e da Secretaria de Gestão Administrativa e Desburocratização, Antonio Paulo Vogel, terá 60 dias para apresentar ao governador Rodrigo Rollemberg um relatório final com as propostas

O governo do Distrito Federal instituiu um grupo executivo responsável por estudar e propor ovas medidas com o objetivo de reduzir gastos da administração pública; a equipe, inicialmente formada pelos titulares da Casa Civil, Hélio Doyle, e da Secretaria de Gestão Administrativa e Desburocratização, Antonio Paulo Vogel, terá 60 dias para apresentar ao governador Rodrigo Rollemberg um relatório final com as propostas
O governo do Distrito Federal instituiu um grupo executivo responsável por estudar e propor ovas medidas com o objetivo de reduzir gastos da administração pública; a equipe, inicialmente formada pelos titulares da Casa Civil, Hélio Doyle, e da Secretaria de Gestão Administrativa e Desburocratização, Antonio Paulo Vogel, terá 60 dias para apresentar ao governador Rodrigo Rollemberg um relatório final com as propostas (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 – O governo do Distrito Federal instituiu, nesta quarta-feira (18), um grupo executivo responsável por estudar e propor ovas medidas com o objetivo de reduzir gastos da administração pública. O decreto foi publicado no Diário Oficial do DF.

A equipe, inicialmente formada pelos titulares da Casa Civil, Hélio Doyle, e da Secretaria de Gestão Administrativa e Desburocratização, Antonio Paulo Vogel, terá 60 dias para apresentar ao governador Rodrigo Rollemberg um relatório final com as propostas. Também será entregue ao chefe do Executivo relatórios semanais com as ações desempenhadas pelo grupo e possíveis recomendações para execução imediata.

A medida é uma forma de amenizar a crise financeira deixada pelo ex-governador Agnelo Queiroz (PT), de acordo com a gestão atual. Dados do governo apontam que a gestão anterior deixou um déficit orçamentário de R$ 6,8 bilhões. Agnelo nega.

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Preocupa o GDF as despesas gastos com funcionalismo, que não podem ultrapassar 49% da Receita Corrente Líquida (RCL), conforme previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Mas existe o chamado limite prudencial, de 46,55%, e as despesas com pessoal chegaram a 46,93% na gestão Agnelo, segundo o atual governo. Ou seja, apesar de não ter ultrapassado o percentual estabelecido na LRF, a administração anterior deixou as contas públicas no "vermelho".

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