GDF e Câmara Legislativa entram em impasse por causa de cifra bilionária

A Câmara Legislativa rebateu o governo do Distrito Federal, para criticar a rejeição da emenda ao orçamento de 2018, que permitiria ao executivo usar R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores (Iprev); em nota, o Palácio do Buriti classificou a atitude dos parlamentares como “um grave equívoco político e administrativo”, motivado por “desejos eleitorais inconfessáveis”; segundo a CLDF, a Casa "rejeitou uma emenda encaminhada de forma intempestiva e sem cumprir as formalidades legais, onde o Executivo buscava uma autorização para remanejar livremente e sem especificar como aproximadamente R$ 1,2 bilhão"

A Câmara Legislativa rebateu o governo do Distrito Federal, para criticar a rejeição da emenda ao orçamento de 2018, que permitiria ao executivo usar R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores (Iprev); em nota, o Palácio do Buriti classificou a atitude dos parlamentares como “um grave equívoco político e administrativo”, motivado por “desejos eleitorais inconfessáveis”; segundo a CLDF, a Casa "rejeitou uma emenda encaminhada de forma intempestiva e sem cumprir as formalidades legais, onde o Executivo buscava uma autorização para remanejar livremente e sem especificar como aproximadamente R$ 1,2 bilhão"
A Câmara Legislativa rebateu o governo do Distrito Federal, para criticar a rejeição da emenda ao orçamento de 2018, que permitiria ao executivo usar R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores (Iprev); em nota, o Palácio do Buriti classificou a atitude dos parlamentares como “um grave equívoco político e administrativo”, motivado por “desejos eleitorais inconfessáveis”; segundo a CLDF, a Casa "rejeitou uma emenda encaminhada de forma intempestiva e sem cumprir as formalidades legais, onde o Executivo buscava uma autorização para remanejar livremente e sem especificar como aproximadamente R$ 1,2 bilhão" (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - A Câmara Legislativa rebateu o governo do Distrito Federal, para criticar a rejeição da emenda ao orçamento de 2018, que permitiria ao executivo usar R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores (Iprev).

Em nota, o Palácio do Buriti classificou a atitude dos parlamentares como “um grave equívoco político e administrativo”, motivado por “desejos eleitorais inconfessáveis”.

Segundo a CLDF, "o Governo do Distrito Federal atribui de forma leviana e mentirosa à Câmara Legislativa do Distrito Federal a responsabilidade por não votar o Orçamento de 2018, o que teria reflexos na qualidade dos serviços públicos oferecidos à população".

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"O que o GDF em sua nota mentirosa não diz é que a estratégia de esvaziamento para não votar a peça orçamentária foi adotada pelo governo porque a CLDF, dentro de suas atribuições, rejeitou uma emenda encaminhada de forma intempestiva e sem cumprir as formalidades legais, onde o Executivo buscava uma autorização para remanejar livremente e sem especificar como aproximadamente R$ 1,2 bilhão".

"A CLDF não se furtará a discutir e debater de forma transparente a aplicação de recursos do erário para o benefício da população do Distrito Federal. Quem não quer a discussão é que deve expor seus motivos".

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