GDF: dias parados serão pagos aos professores apenas com o fim da greve
O governo do Distrito Federal afirmou que fará o pagamento dos dias não trabalhados pelos professores em greve só após fim da greve e a reposição das aulas; a categoria decidiu continuar em greve, que já dura 15 dias, mesmo após a Justiça decretar a ilegalidade do movimento; os docentes reivindicam o pagamento da quarta parcela do reajuste salarial, prometida pelo governo Agnelo, que deveria ter sido paga em outubro do ano passado
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Brasília 247 - O governo do Distrito Federal afirmou nesta quinta-feira (30) que fará o pagamento dos dias não trabalhados pelos professores em greve só após fim da greve e a reposição das aulas. Nessa quarta (29), a categoria decidiu continuar em greve, que já dura 15 dias, mesmo após a Justiça decretar a ilegalidade do movimento. Os docentes reivindicam o pagamento da quarta parcela do reajuste salarial, prometida pelo governo Agnelo, que deveria ter sido paga em outubro do ano passado. O GDF alega não ter condições financeiras de arcar com o reajuste.
"Não vamos permitir que os professores parem, continuem recebendo seus salários e, depois, finjam que estão repondo as aulas porque muitas vezes isso acontece", apontou o secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio.
O Tribunal de Justiça estabeleceu o corte dos dias parados e multa em caso de descumprimento. O sindicato disse que vai recorrer da decisão judicial.
O diretor do Sinpro Samuel Fernandes afirmou que os professores têm compromisso com a reposição de qualidade das aulas. "O calendário de reposição é construído pelos gestores e comunidade escolar. Essa fala do Sampaio desqualifica professores e os gestores junto a sociedade. Ele precisa reparar isso publicamente", disse ao G1.
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