GDF cogita aumento das tarifas de ônibus
O secretário de Mobilidade Urbana do Distrito Federal, Carlos Henrique Tomé, comentou sobre a possibilidade de haver um reajuste na tarifa dos transportes públicos; "Estamos fazendo estudos técnicos. Precisamos calcular qual é o valor ideal. Então, o preço pode se manter no mesmo patamar assim como pode ter um aumento", disse Tomé, em seminário de governo; o possível aumento é consequência da crise orçamentária durante do governo Agnelo Queiroz
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Brasília 247 - O secretário de Mobilidade Urbana do Distrito Federal, Carlos Henrique Tomé, comentou sobre a possibilidade de haver um reajuste na tarifa dos transportes públicos.
"Estamos fazendo estudos técnicos. Precisamos calcular qual é o valor ideal. Então, o preço pode se manter no mesmo patamar assim como pode ter um aumento", disse Tomé, em seminário de governo neste domingo (4/1).
O reajuste das tarifas é uma medida que está sendo tomada em várias outras capitais brasileiras para compensar a inflação e aumentar a arrecadação de impostos.
Entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015, nove capitais reajustaram ou vão reajustar as passagens do transporte público rodoviário - Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE) e Rio Branco (AC) passaram a rodar com novas tarifas já em dezembro de 2014.
As prefeituras de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e anunciaram que devem aumentar a tarifa dos ônibus no início de 2015.
O possível aumento das tarifas no DF também é consequência da crise orçamentária durante do governo Agnelo Queiroz (PT). De acordo com a equipe de transição do governo Rodrigo Rollemberg (PSB), o rombo as contas do DF chega a quase R$ 4 bilhões. Agnelo negou.
Em consequência das dificuldades financeiras do DF, Rollemberg anunciou algumas medidas para a contenção de gastos. Ao todo, sete decretos foram publicados em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal. Um deles cria a Governança-DF, uma câmara formada por cinco secretarias com o objetivo de coordenar a programação orçamentária e financeira do Distrito Federal. É ela que vai estabelecer, por exemplo, o valor da cota do Orçamento anual para órgãos e entidades da administração distrital de acordo com a disponibilidade de recursos.
Em outro decreto, o Executivo destaca a racionalização e o controle de gastos públicos no governo. Para isso, estabelece cotas mensais para gastos com combustível e telefonia móvel corporativa. Também proíbe, durante 120 dias, gastos com diárias de viagem, passagens aéreas, participação em cursos, congressos e seminários, contratação ou renovação de consultorias e com prestação de serviços de terceiros.
O governo já havia publicado um decreto de redução de 60% dos cargos comissionados para trabalhadores sem vínculo com o Distrito Federal e de redução de 20% de custo dos cargos.
*Com Agência Brasil
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