Furtado em R$ 90 mil, Henrique Alves travou investigação
Roubo ocorreu em 13 de junho de 2013, segundo Wellington Costa, assessor do então deputado; ele foi encarregado de levar os R$ 90 mil para outro deputado, João Maia (PR-RN), sem saber do motivo; para a polícia, o ex-presidente da Câmara adotou uma "postura de se furtar ao esclarecimento da verdade"; já a Promotoria apontou que o ministro "demonstrou inequívoco desinteresse em colaborar" com a apuração e que restam dúvidas "quanto à origem e destinação do dinheiro subtraído"; mesmo assim, o caso foi arquivado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot
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247 – Roubado em R$ 90 mil, o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB), não colaborou com as investigações do caso, segundo a polícia e o Ministério Público do DF.
O roubo ocorreu em 13 de junho de 2013, segundo Wellington Costa, assessor do então deputado. Ele disse que sacou o dinheiro em um banco onde Alves teria feito um empréstimo consignado. Afirma ter sido furtado no caminho para a Câmara, quando levava os R$ 90 mil para outro deputado, João Maia (PR-RN), sem saber do motivo.
Para a polícia, segundo reportagem de Rubens Valente, o ex-presidente da Câmara adotou uma "postura de se furtar ao esclarecimento da verdade". Já a Promotoria apontou que o ministro "demonstrou inequívoco desinteresse em colaborar" com a apuração e que restam dúvidas "quanto à origem e destinação do dinheiro subtraído".
Mesmo assim, o caso foi arquivado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot (leia mais).
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